"> PASCOA JUDAICA E - ASTROLOGIA CÁRMICA | Bloguez.com - Bloguez.com
 

 PASCOA JUDAICA E CRISTÃ

4/4/2010


 

Nesta semana são comemoradas uma Páscoa Judaica e uma Cristã.

Isso não é mera coincidência.

 

 Durante muito tempo, no início do Cristianismo, como festas bíblicas eram comemoradas na mesma data, segundo o calendário judaico que é lunissolar.

A distinção posterior de calendários não impedem que as datas das comemorações voltem a coincidir.

 

A maioria das pessoas sabe que Pessach é a Páscoa Judaica, embora, na verdade, uma Páscoa Seja o Pessach Cristão. O nome Pessach deriva do hebraico passach que significa saltar, passar por cima; comemora uma libertação dos Judeus do cativeiro no Egito e é a liberdade da celebração, a história da mobilização do povo para a liberdade da Conquista.


Para o povo judeu, para recordar a saída da escravidão significa Ultrapassar os limites que impedem a Realização de seu pleno potencial. Em hebraico, Egito é Mitzraim, estreitezas significa que, limites, angústias, aflições. O "Egito" de uma pessoa pode ser seu egoísmo, primitivos desejos, vícios.
Pessach é uma oportunidade de transcender as limitações e realizar o infinito potencial espiritual em cada aspecto da vida ultrapassando, como Aflições nossos caminhos que estreitam.


A comemoração de Pessach não foi sempre a mesma. Mudou com o passar dos tempos, mas Seu cerne é a liberdade. Originalmente, as comemorações de Pessach eram uma espécie de primavera da celebração, uma festa agrícola, à qual se Juntaram as comemorações do Êxodo. "Observa o mês da primavera e guarde o Pessach do Senhor teu Deus, pois no mês da primavera o Senhor teu Deus te tirou do Egito à Noite" (Deuteronômio 16:1). A festa de Pessach dura oito dias. Os primeiros dois e os dois são SoleneS festas, os intermediários são semifestas. Desde o século I, após a expulsão dos Judeus da sua terra, uma comemoração de Pessach passou um ser decisiva para que o povo não desaparecesse e continuasse a cultivar uma tradição de Pessach como luta pela liberdade (o que justifica, por toda uma sua carga simbólica, ter Sido mantida pelos Confarad Através dos séculos, por exemplo).


Em geral, associamos um Pessach uma ceia, assim se referindo ao Seder. Porém Seder significa ordem, Em hebraico, relacionando-se à noite da ritualística, que compreende 14 itens A SEREM seguidos numa ordem específica, dentre os Quais, o 10 º corresponde a refeição propriamente dita. Embora o Seder de Pessach gire em torno de alimentos, eles tem um caráter mais simbólico que comestível. A bandeja principal que se coloca à mesa, um Keara, não é para ser consumida - sua Função é pedagógica. Quando Rabi Gamaliel instituiu o Seder, ele estava preocupado em Manter viva a esperança do povo, lembrando que isto foi feito no período da dominação romana.


O Seder é uma representação de um relato histórico, ao vivo, com um narrador, em geral o pai da família, o que se repete todos os anos judeu em cada lar, nas duas primeiras noites. E na vida moderna urbana, ocupações e os horários COMBINAM quando não, o Seder representa um novo papel. Pelo menos durante uma semana de reunião, a família repensa grandes temas pelos Quais vale a pena lutar, como liberdade e esperança. Na primeira noite do Seder, há sempre alguns convidados. Convidar dever E aqueles que estão tristes, sós, sem família, para celebrar POSSAM que junto a Festa da Liberdade.


A última Ceia de Jesus foi a Celebração de um Seder de Pessach. No Catolicismo, Dela são mantidos elementos em comum até hoje, desde objetos ritualísticos, outros com significados religiosos e simbólicos, presentes em toda missa. O pão, A virgem, é uma matzá parte também do Ofertório. O cálice de vinho, Sendo apenas um, dos quatro copos vem Tomados Durante o Seder e, no judaísmo, o cálice do Kidush (Santificação). Lembremos que não abrem terceiro copo de vinho,-se as portas para entrar o profeta Elias, que segundo a tradição visita como judias casas na noite do Seder e que anunciará a vinda do Messias.


Deve-se deixar uma porta entreaberta Para facilitar a entrada do profeta Elias, mas sendo ele tão poderoso uma porta fechada seria um problema? O traje também tem outra origem: infelizmente, eventos associados um Pessach, foram Responsáveis pela morte de Milhares de Judeus. Confarad ou marranos (cristãos novos, convertidos à força, que mantinham seu judaísmo em segredo) eram particularmente vigiados e presos em Pessach pela Inquisição, como hereges. A acusação de "assassinato ritual" levou ao massacre e expulsão de diversas comunidades européias: os Judeus eram acusados de matarem criancinhas cristãs para fazer matzá com seu sangue (?!) - Um absurdo para quem tenha alguma noção de Kashrut, Leis dietéticas e de pureza judaicas, que proíbem terminantemente ingestão de sangue.


A porta ficava aberta porque as famílias judias vizinhos queriam que os cristãos pudessem ver a qualquer momento o que estavam fazendo os Judeus. Essa calúnia passou à história com o nome de ritual "assassínio" ou libelo de sangue. Mas nem sempre se podia deixar uma porta aberta, como nos tempos da Inquisição, quando o Pessach era celebrado na clandestinidade. Sem falar na acusação milenar de "deicidas Judeus", assassinos de Jesus, ea malhação de Judas, prática tão conhecida no Brasil ... Ou um super faxina anual de Pessach, que Aliada uma outras práticas judaicas de caráter higiênico (como banhos, trocas de roupas, cuidados com os mortos, Doentes, etc) pouparam Judeus de morrer tanto quanto os demais, em epidemias como uma Peste Negra-e que por isso, foram acusados de Causa-las, determinando sua massacre e perseguição ...


Embora nas últimas décadas a Igreja Católica venha se empenhando em reconhecer erros do passado e pedir perdão por eles, DETERMINADOS preconceitos são muito difíceis de Serem desarraigados da cultura popular. Em português, conotações enguias Determinaram vocabulares negativas e pejorativas, como judiar, judiaria, judiação, ea Associação de um judeu usurário não anedotário.

 

Como fato histórico, os Judeus, originalmente pastores, agricultores, artesãos e profissionais liberais, foram Forçados a se dedicar ao comércio Devido a restrições Impostas a eles na Idade Média, como Possuir terras etc Pessach, ou Passachah Páscoa, o essencial é que nós , da Raça Humana, aprendamos a nos libertar de nossos preconceitos, Através do esclarecimento e da prática da tolerância e não discriminação. E que possamos caminhar, assim, para uma verdadeira PAZcoa, PAZcomAmor!

 

Prof.Jane Bichmacher de Glasman, escritora 

 

Category : HISTÓRIA, FILOSOFIA, TRADIÇÃO, MITOLOGIA Print

| Contact author |