"> REENCARNAÇÃO DE EINSTEIN ? - ASTROLOGIA CÁRMICA | Bloguez.com - Bloguez.com
 

 REENCARNAÇÃO DE EINSTEIN ???

2/4/2010

 

OPINIÃO - ANO XVI - N° 169 - NOVEMBRO/2009

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Um gênio renascido? .

Jornais britânicos estão destacando a história de Oscar Wrigley, menino de dois anos com coeficiente de inteligência comparável ao de Albert Einstein.

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Começou a falar aos 9 meses.
Oscar, segundo relata sua mãe, Hannah, com apenas 4 meses, apontava para a roupa que queria vestir, entre duas oferecidas por ela. Tinha apenas 9 meses quando começou a falar. Com um ano e meio, certo dia, enquanto sua mãe lhe dava banho, o menino recitou todo o alfabeto inglês. Com dois anos de idade, seu vocabulário já era de 600 palavras, 30 vezes mais do que o normal em crianças de sua idade.
Oscar Wrigley vive na pequena cidade de Reading, a 40 quilômetros de Londres, mas hoje é uma personalidade internacional. Mês passado foi tema dos principais órgãos da imprensa britânica, tais como BBC, Daily Mail e The Daily Telegraph. Tudo por conta dos resultados obtidos em teste de coeficiente de inteligência (Q.I.) em que alcançou 160 pontos, índice só atingido por 2% da população mundial e equivalente ao do famoso físico Albert Einstein.
Agora, com 2 anos e meio, trata de temas completamente alheios àqueles habitualmente tratados em seu círculo familar. Segundo Joe Wrigley, seu pai, um especialistas em tecnologia da informação, “esses dias, ele esteve falando à minha mulher sobre o ciclo reprodutivo dos pinguins”.
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Um superdotado
O menino britânico é o que se chama de um superdotado. A superdotação é um fenômeno usualmente definido como capaz de englobar, além da inteligência acadêmica, outras habilidades como a criatividade, o senso de liderança, motivação, potencial artístico, desenvolvimento psicomotor ou outros talentos especiais.
Vasta literatura, em todo mundo, trata do fenômeno, dando destaque, especialmente, a como interagir com o superdotado, no lar e na escola, e suas relações com as demais crianças. A explicação do fenômeno, entretanto, está longe de obter um consenso. Há os que atribuem a genialidade precoce a fatores genéticos e hereditários. Vale dizer: por circunstâncias ligadas à natureza, uns nascem mais inteligentes que outros. Uma segunda corrente defende que ninguém nasce mais inteligente que outros, que não somos “seres da natureza”, mas “seres culturais”, e que habilidades e saberes resultam sempre dos estímulos a que é submetida a criança. No plano acadêmico, adota-se uma explicação contemplando os dois fatores, ou seja, admite-se um equilíbrio entre a genética e a influência ambiental, criando um cenário favorável ao desenvolvimento da inteligência.
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A hipótese espírita
Propondo uma síntese entre as possíveis causas da superdotação, o espiritismo não despreza nem as influências genéticas ou hereditárias, nem os fatores culturais. Defendendo a ideia do espírito como identidade fundamental do ser humano, sustenta a hipótese da memória extracerebral, fator responsável pela retenção de conhecimentos, sentimentos e tendências comportamentais que se agregam ao patrimônio cultural, encarnação após encarnação. A ideia do espírito imortal e a da reencarnação, segundo o espiritismo e outros correntes, como a psicologia transpessoal, seriam a chave a desvendar o enigma dos superdotados.
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Nossa Opinião
Na semana em que a mídia do mundo todo repercutia as notícias vindas da Inglaterra, sobre o garoto superdotado britânico, reportagem da revista Veja explorava matéria buscando explicar a genialidade de Albert Einstein a partir de exames feitos no cérebro do famoso físico.
Quando de sua morte, em 1955, Einstein teve preservados 180 fragmentos de seu cérebro, cuidadosamente guardados no Hospital de Princeton, em Nova Jersey. Divulgam-se agora resultados de exames feitos nesse material. Neurocientistas e anatomistas encontraram algumas características que podem diferenciar o cérebro de Einstein das demais pessoas. Detalhes pequenos como uma saliência no córtex motor e que seria responsável pela aptidão de tocar violino; o tamanho 15% maior do lobo parietal, sugerindo um dom especial pela matemática; neurônios levemente mais longos na área esquerda do hipercampo, o que, segundo alguns estudos, permite relacionar memórias com raciocínios.
A grande indagação que se pode fazer, no entanto, é esta: tais características fisiológicas nasceram com o grande físico alemão ou foram desenvolvidas a partir exatamente de seus dotes naturais? Ou, por outra: é a função que faz o órgão ou este determina as funções? Jackson Bettancourt, neuroanatomista da Universidade de São Paulo disse à reportagem que “até hoje não foi descoberta uma relação entre o formato e a composição do cérebro e os dotes intelectuais”.
Nenhuma das hipóteses nesse campo pode ser tida como cabal e definitivamente comprovada. Muito menos a tese espírita é reconhecida como cientificamente comprovada. Os padrões com que a ciência trabalha não vão além do cérebro. O espírito ou a alma seguem sendo incógnitas, porque nossa cultura relegou-o a mera questão de fé. Perifericamente, entretanto, pesquisas importantes, especialmente ligadas ao chamado fenômeno da memória extracerebral, oferecem rico material de estudo. Como no tempo das mesas girantes, onde a experimentação trouxe elementos de convicção sobre a imortalidade do espírito, os fatos convidam, agora, a se dar mais atenção à hipótese das vidas sucessivas. Síntese filosófica admirável, ela pode conciliar teses aparentemente distintas: a de que “nascemos” sem nada saber (simples e ignorantes) e vamos agregando à nossa personalidade saberes que as experiências culturais (reencarnações) vão somando à nossa vida de espíritos imortais.
(A Redação)
Category : CIÊNCIA, TECNOLOGIA, ESPIRITUALIDADE Print

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