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 ELEMENTAIS SAGRADOS

7/2/2010

 

 

 Terra - Ar - Fogo - Água - Éter

 

Os elementais, seres feéricos ou seres encantados, são os co-criadores da natureza, cada qual responsável por uma atribuição, conforme o elemento a que pertencem. Os reinos elementais são regidos pelas leis naturais dos Deuses que, junto ao seu poder ancestral, formam uma tríade sagrada, onde os espíritos da natureza, manifestam-se sob formas e funções específicas para a harmonia e a manutenção de todo o planeta.

O reino elemental canaliza a energia através do pensamento, mantendo um determinado padrão vibracional. Os elementais captam todas as vibrações dos seres humanos, mas somente aqueles que possuem o coração puro, como de uma criança, conseguem entrar em contato com esses seres maravilhosos.

Os elementais sagrados não são apenas aquelas "belas criaturas" idealizadas por muitos e que, normalmente, vemos estampadas em livros e lojas esotéricas, mas sim, representantes dos elementos básicos da criação e, como tal, fundamentais para o equilíbrio e a continuidade de toda a existência.

Acessar um ser elemental, não é apenas um ato magístico, mas um ato necessário para o nosso equilíbrio interior e também exterior. Podemos observar que interiormente possuímos todos os elementos condensados dentro de nós. O ideal é vivenciarmos todos os elementos, seja através do contato com a terra, o ar, o fogo ou água e assim percebermos quando algum excesso ou falta estiver presente. Esse é o verdadeiro contato com o nosso elemental sagrado.

Pensando por este aspecto, somos a terra, representada pelo estômago que tem a função de digerir alimentos sólidos provenientes do solo. Somos o ar, quando respiramos e assim o inalamos através dos pulmões, o combustível necessário para que a máquina, chamada corpo físico, se movimente.

Somos o fogo, quando dançamos, corremos e nos apaixonamos, pois o coração é o símbolo dessa energia, que movimenta o sangue pelas artérias e veias do nosso corpo. Somos quase 90% de água circulante em todo o organismo, além de nascermos através desse elemento.

Somos também o éter espiritual da quintessência elemental. Que assim seja!



Elemento Terra

O saber, o escudo, o norte, o urso, a cor verde, Formalhaut, Vento Norte ou Boreas, as mãos espalmadas e voltadas para o chão. Seu símbolo é representado por um triângulo cortado apontando para baixo.

 

Elementais da terra: duendes, gnomos e gnomidas. Regente elemental: Gob,  sendo os gnomos responsáveis pela construção de minérios e os duendes responsáveis pelo desenvolvimento das ervas e plantas no geral.

Buscar não apenas o equilíbrio através dos elementais, mas a sabedoria daqueles que buscam a força da terra para evoluir, assim como os druidas, temos outras civilizações que podemos usar como exemplo. No Antigo Egito, a figura de Kan assumiu o nome de Toth, que mais tarde os gregos associaram a um Deus do Olímpio chamado Hermes. Parte dos ensinamentos de Toth está com o nome de Hermes, conhecido também pelo nome de Hermes Trismegisto ou Mercúrio, o Mensageiro dos Deuses.

Os ensinamentos de Toth, impropriamente chamado de Hermes, estão expostos em muitos papiros, sendo os mais conhecidos deles são: "Tábua de Esmeralda" e "Pistis Sóphia".

Resumindo, é através do equilíbrio de todas as forças, tanto acima como abaixo, que materializamos nossos sonhos. De nada adianta possuir o intelecto mental, a energia e a coragem da realização, o equilíbrio das emoções, se não estivermos centrados no momento presente, ou seja, o aqui e agora.

 

Elemento Ar

O querer, a espada, o leste, as pássaros, a cor amarela, Aldebaran, Vento Leste ou Eurus, palma das mãos voltadas para cima na altura dos ombros. Seu símbolo é representado por um triângulo cortado apontando para cima.

 

 Elementais do ar: silfos, sílfides, fadas e fadins. Regente elemental: Paralda, sendo os silfos responsáveis pela purificação das atmosferas mais baixas e as fadas pelo equilíbrio mental pessoal.

A sintonia com os elementais do ar confere acesso à inspiração e às faculdades mentais. Ajuda a coordenar e verbalizar as nossas percepções mais sutis. Estimula a liberdade e o equilíbrio mental. Temos também os elfos, que são elementais muito semelhantes aos silfos, sem forma corpórea definida, pois aparecem da combinação do Ar e do Fogo. Nestes predomina a ordem mental e o envolvimento social. Para recarregar o seu elemento primordial, que é o ar e o fogo, e assim fortalecer o silfo pessoal, é preciso o contato com o ar puro e eletricamente carregado, presente nas tempestades. 

 

Elemento Fogo

O ousar, a lança, o sul, leão ou dragão, a cor vermelha, Regulus, Vento Sul ou Notus, as mãos fechadas em punho. Seu símbolo é representado pelo triângulo para cima.

 

Elementais do fogo: salamandras e salandrios. Regente elemental: Djim e são responsáveis pelas temperaturas mais elevadas do ambiente.

Sendo considerado o elemento fogo o mais intenso dos elementais, responsável pelas das transmutações, transformações, transições, mudanças, progresso, determinação, assim como, a guerra, vingança, luxúria, paixão e por aí vai. Sua força luminosa indica o caminho a ser seguido por aqueles que conhecem e praticam os ensinamentos do universo. O fogo é a chama que acende dentro de nós o amor, faz brilhar nossa aura e nossos olhos, revelando a força de nosso espírito, e nos conduzindo à sabedoria interior.

As salamandras reinam em um corpo totalmente de fogo, assim como toda a sua essência, tem o poder de transformar e desencadear tanto emoções positivas quanto negativas. Paracelso afirma que muitas salamandras são vistas na forma de bolas ou línguas de fogo correndo através dos campos e irrompendo nas casas através das lareiras. Elas possuem especial influência sobre as criaturas de temperamento ígneo e tempestuoso.

 

Elemento Água

O calar, a taça, o oeste, golfinhos, a cor azul, Antares, Vento Oeste ou Zéfiros, as mãos em forma de concha na altura do abdome. Seu símbolo é representado pelo triângulo voltado para baixo.

 

Elementais da água: ondinas e odins. Regente elemental: Necksa, sendo as ondinas responsáveis pela depuração ou purificação das águas.

As ondinas despertam e estimulam a natureza emotiva, realçando nossa intuição e a nossa sensibilidade, além das energias da criação e do nascimento, bem como a premonição e imaginação criativa.

As ondinas freqüentemente fazem sentir sua presença, no plano onírico. Sonhos em ambientes aquáticos ou que transbordem sensualidade, aumentando a criatividade em nossas vidas.

A sintonia com a sua ondina pessoal melhora o desempenho das funções da circulação dos fluidos corporais, tais como, o sangue e a linfa. A retenção de água no organismo é indício de desequilíbrio desse elemento, quando isso ocorre, passamos a maior parte do tempo concentrados em nossos pensamentos nos esquecendo do sentimentos.

O excesso do elemento água, nos torna muito passionais, além de gerar exagerada sensualidade, medo e isolamento. Certas lendas afirmam que elas podem viver algum tempo entre os homens, embora acabem sempre cedendo ao chamado das águas e retornando para os rios ou para o mar.

Aliás, muitas ondinas tem estatura semelhante à nossa, como as sereias citadas em várias lendas. Mas há ondinas menores, como as que habitam riachos e fontes, e outras muito diminutas, que vivem nas folhas flutuantes e nas minúsculos musgos criados pelas quedas d'água. A água realmente é um mistério divino da criação da Grande Mãe.

 

E finalmente, o Éter que é unificado nessa existência física, dinamizado e  representado pela união de todos os elementos. No livro Alquimista, Paracelso cita: "Toda natureza invisível se movimenta através da imaginação. Se a imaginação fosse forte o suficiente, nada seria impossível, porque ela é a origem de toda magia, de toda ação através da qual o invisível, de um ou outro modo, deixa seu rastro no visível. A energia da verdadeira imaginação pode transformar nossos corpos, e até influenciar no paraíso"...

 

 

Bênçãos plenas!

Rowena Arnehoy Seneween ®

Extraído de Templo de Avalon

 

Category : ESOTERISMO, CANALIZAÇÕES, UFOLOGIA Print

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