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 AS TRÊS DIMENSÕES DO CORAÇÃO...MA ANANDA MOYI

10/3/2012


 Uma breve explicação

 

coração, antes de ser o órgão que lhes dá a vida, que anima a sua vida e que pulsa a sua vida, foi assimilado à noção de ‘centro’, de ponto virtual onde tudo se desloca, onde as rondas da vida podem se manifestar.

O centro contenta-se em ser a fim de permitir o desenvolvimento da vida e o desenvolvimento das dimensões.

Esse desenvolvimento sempre ocorre em função de uma ligação e de uma conexão possível a esse centro que se torna, então, centro diretor, centro onde tudo pode se prender, onde tudo volta de novo depois de ter partido.

O coração físico da encarnação apenas mostra isso.

O ponto, o centro, é a Unidade e como toda Unidade, ele se dispõe em uma tríplice Unidade.


Na imagem do coração físico, dividido em três partes, o seu coração, ele também, está presente em três dimensões que são o coração físico (tal como vocês o conhecem), o coração energético e o coração espiritual.

O coração energético é o intermediário entre o coração físico e o coração espiritual.

O coração físico é aquele que anima toda vida, desde os mamíferos até o homem, cujas particularidades são múltiplas, mas que o essencial é o poder de contrair e dedilatar.

Desse duplo movimento pode nascer a vida na 3ª Dimensão.

Os corações físicos das outras dimensões não são todos construídos sobre esse mesmo modelo de dilatação e de contração.

Existem dimensões onde a dualidade do movimento desaparece, onde o coração pulsa permanentemente sem passar por uma fase de contração e de dilatação.

Mas vamos permanecer, se vocês bem o quiserem, nesse corpo de manifestação de 3ª Dimensão.

O coração físico, afastado da noção de centro espiritual, pelo próprio fato da encarnação, é a chamada à ordem.

É ele que, pelo seu ritmo dual, une-se à FONTE.

Estando nos estratos os mais afastados dos centros espirituais que representam a 3ª Dimensão, era necessário que, durante a criação desse corpo, existisse um ritmo binário que permitisse prender a manifestação exteriorizada à sua origem e, assim, o coração, o centro do ser, que está em contato através do sangue com todas as outras partes do corpo, é o órgão da espiritualidade, é o órgão que os liga à sua Unidade e à sua Divindade.

Ele é a lembrança incessante, enquanto vocês estão na encarnação, da sua ligação com a FONTE que vocês são.

O coração /centro está, portanto, ligado ao nível físico, à FONTE da sua encarnação que é a Terra, mas, também, à FONTE da sua origem que é a Luz.

Pelo ritmo binário, ele exprime a dualidade ligada à sua 3ª Dimensão.

A mais alta entidade espiritual possível é aquela que comandou a elaboração desse coração, com suas qualidades, com o seu ritmo, com o que ele representa.

Ele é onipresente em todas as tradições, e todas as religiões falaram sobre o coração como elemento essencial e motor da evolução espiritual, mas, entretanto, todas as religiões apropriaram-se dele e o desviaram da sua própria natureza, desviaram-no da sua essência, tornando-o uma ferramenta da dualidade.

E, no entanto, é ele que é enfatizado em todas as tradições, em todas as religiões.

A única realidade a ver não é o ritmo binário da sua manifestação, mas, sim, uma capacidade para conectá-los à transcendência que é a realidade final do que vocês são.

 

Depois, esse coração descobre o que denominamos segunda parte, que é o coração energético, semelhante ao que foi chamado, na tradição oriental, de Anahata chakra ou chakra do coração.

É o local onde se equilibram os dois componentes, horizontal e vertical, do ser humano.

É o local onde se encontram o corpo e o Espírito, o local das resoluções dos conflitos entre a encarnação e a espiritualidade, entre a materialidade e a espiritualidade, entre a horizontalidade e a verticalidade.

Lembrem-se de que, nesse nível, não há mais dualidade, há encontro, não há mais separação, mas há a unificação da horizontalidade e da verticalidade.

Convém guardar que, ao nível do coração energético ou do chakra do coração, a dualidade não mais existe, a irradiação se faz de maneira contínua e não mais segundo um ritmo de dilatação e contração.

Essa é a grande diferença entre o coração físico e o coração energético.

É um espaço de resolução, um espaço de encontro do Espírito e da matéria, da horizontalidade e da verticalidade.

 

A terceira parte do coração é o que é chamado de coração espiritual, muito mais conectado ao coração físico, não mais (como no coração energético) em um encontro da horizontalidade e da verticalidade, mas é, realmente, o ponto onde nós podemos falar de centro.

Centro, FONTE da vida.

Centro supremo, ponto de retorno à Unidade que é ilustrado hoje, no ser humano, dormente na idade adulta, pelo que chamamos de timo, de localização complexa, que é chamado, hoje, na encarnação de 3ª Dimensão, de resquício embriológico, mas que é, no entanto, um vetor essencial de passagem na 5ª Dimensão.

  

Retenham que o coração órgão está levemente deslocado para a esquerda, ele não está no centro do peito.

Retenham que o chakra do coração, o coração energético, está no meio do peito.

No que se refere ao timo, ele está no eixo central, acima do meio do peito, em relação com o que vocês denominam “corpo que irradia o Divino”, “corpo de Samadhi”, o “9º Corpo” [ou 9ª Lâmpada] (*).

Nesse ponto encontra-se a reconexão, no sentido o mais nobre, à sua Divindade, que faz com que, na encarnação, vocês se tornem criador da sua própria realidade e da sua própria Divindade, e que sua irradiação se torna capaz de ser um sol para todos os seus Irmãos.

É a esse nível que se realiza a Mestria, a Realização.

É a esse nível que se encontra a Alegria Interior pela passagem da Porta Posterior.



 

 

Trecho da mensagem da Amada MA ANANDA MOYI no site francês:

http://www.autresdimensions.com/article.php?produit=180


Tradução para o português: Zulma Peixinho

http://portaldosanjos.ning.com

Category : CIÊNCIA, TECNOLOGIA, ESPIRITUALIDADE Print

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