"> RESUMO DO LIVRO DE URANTIA - - ASTROLOGIA CÁRMICA | Bloguez.com - Bloguez.com
 

 RESUMO DO LIVRO DE URANTIA - J.F.A.Galvão Jr (final)

6/1/2011

Adão e Eva

Os Filhos Materiais chegaram a Urântia há cerca de 38 mil anos, por transporte seráfico. Pousaram suavemente e sem aviso ao lado do templo do Pai Universal, dentro do qual se desenvolveu durante dez dias o processo de re-materialização de seus corpos de natureza humana dual, programados para a imortalidade. Seu número de ordem era 14.311, da terceira série física de Jerusém e tinham 2,5 metros de altura com perfeitas proporções. Haviam sido professores na escola de cidadania de Jerusém e também lá, nos 15 mil anos anteriores haviam dirigido a divisão de aplicação da energia experimental para a modificação das formas de vida. Já tinham 100 descendentes ao deixar Jerusém, todos prestando serviços à Criação.

 

Quando despertaram no templo do Pai, receberam as boas-vindas de Van e Amadon, heróis que conheciam pelo renome, e de uma "imponente multidão reunida para recebê-los". O idioma do Jardim era o dialeto andônico falado por Amadon, que juntamente com Van havia criado um novo alfabeto de 24 letras. Adão e Eva falavam e escreviam perfeitamente esse dialeto, estudado ainda na capital do Sistema. Era grande o júbilo do Éden, após tantos anos de trabalho e expectativa por esse momento. Os pombos-correio de centenas de colônias fiéis foram soltos para levar a grande notícia, depois de criados por anos a fio para essa ocasião.

 

Ao meio-dia de seu primeiro dia após despertarem, Adão e Eva receberam, em cerimônia solene, a chefia do governo da Terra, antes a cargo de Van e dos síndicos Melquisedeques. Prestaram juramento de fidelidade a Micael de Nébadon e aos Altíssimos de Norlatiadeque. "Em seguida se escutou a proclamação dos Arcanjos e a voz de Gabriel decretou, por transmissão, o segundo julgamento de Urântia e a ressurreição dos sobreviventes adormecidos da segunda dispensação de graça e perdão no planeta 606 de Satânia".

 

Milhares de membros das tribos vizinhas em pouco tempo passaram a aceitar os ensinamentos de Van e Amadon e vieram ao Éden para dar boas-vindas ao casal e prestar homenagem ao Pai invisível. Depois de sete anos Van, Amadon e os síndicos Melquisedeques partiram para Jerusém e deixaram a condução dos assuntos planetários exclusivamente com o casal, durante mais de um século antes da falta. Nesse período lhes nasceram 32 filhas mais 31 filhos, cujos descendentes em três gerações perfizeram com eles o total de 1.649 moradores do Éden da pura raça violeta. Todos costumavam alimentar-se uma vez por dia, pouco depois do meio-dia, de frutas, nozes e cereais sem cozimento.

 

Os corpos do casal (e apenas os deles) irradiavam à noite uma luz trêmula que muito impressionava os nativos. Vestidos com uma capa feita dos têxteis confeccionados desde os tempos de Dalamátia (técnica preservada por Van e Amadon), restava apenas o brilho em volta de suas cabeças. Daí vem a explicação para a auréola que se costuma acrescentar em volta das cabeças de santos e anjos na tradição religiosa ocidental.

 

Seus filhos, netos, bisnetos e trinetos estudavam pelos métodos educacionais de Jerusém adaptados à realidade de Urântia.

Recebiam instrução sobre:

 

1. A saúde e o cuidado do corpo;

2. As normas do trato social;

3. A relação dos direitos do indivíduo com os do grupo e as obrigações comunitárias;

4. A história e a cultura das diversas raças da Terra;

5. Os métodos para avançar e melhorar o comércio mundial;

6. A coordenação de deveres e emoções contrapostos; e

7. O cultivo dos jogos, do humor e alternativas competitivas à luta física.

 

As leis do Éden foram promulgadas de acordo com os códigos mais antigos de Dalamátia, inclusive os "sete mandamentos do regime moral supremo." Ao meio-dia se praticava uma adoração pública e a familiar, ao entardecer. Adão ensinou que "a oração efetiva tem de ser totalmente pessoal e tem de ser o desejo da alma." Porém os edenitas continuaram a usar as fórmulas herdadas da Cidade Planetária. Ele também tentou substituir os sacrifícios sangrentos por oferendas de frutos da terra, mas tampouco conseguiu muito progresso nesse campo.

 

Passado mais de um século, os Filhos Materiais sentiam-se isolados e desalentados pela dificuldade enorme de sua missão e pelo que lhes parecia pouco progresso em tanto tempo: "às vezes quase lhes faltava a fé". No plano mais importante de sua missão, a elevação biológica, defrontavam-se com um problema que lhes parecia insolúvel: as centenas e centenas de tribos que falavam igual número de dialetos não haviam procedido à eliminação dos anormais e degenerados das raças humanas, e não eram receptivos a essa prática saudável. Em condições normais, seu primeiro trabalho teria sido a coordenação e combinação das raças. Porém a realidade era que "jamais nenhum Adão do serviço planetário havia recebido um mundo mais difícil".

 

Para complicar a situação, o Príncipe Planetário rebelde continuava em Urântia, opondo-se aos seus propósitos de fidelidade no cumprimento de sua alta missão. Apesar de reiteradas visitas ao Jardim, Caligástia não conseguiu qualquer simpatia de Adão e Eva ou de seus descendentes para as idéias que lhes apresentava. Por esse motivo decidiu atacar indiretamente, aproveitando-se das boas intenção do dirigente nodita Serapatátia, líder da "mais poderosa e inteligente das tribos vizinhas". Este se aproximou de Eva e lhe conquistou a amizade e a confiança em visitas "cada vez mais íntimas e confidenciais". Ele também cativou Adão ao propor um programa de cooperação de sua grande tribo de noditas sírios, com vistas a obter o apoio das demais tribos próximas.

 

Durante mais de cinco anos esse líder honesto e sincero ponderou a Eva que o mundo se beneficiaria muito com o nascimento de um filho mestiço da raça violeta, para conduzir seu povo em estreita cooperação com o Jardim do Éden. Esse projeto foi se desenvolvendo em segredo, entre ele e Eva, até o momento em que Eva concordou em avistar-se com o belo e entusiasta Cano, líder religioso sincero dos noditas amistosos. Antes de se dar conta da gravidade do que fazia (a poligamia era corrente entre os noditas), Eva incorreu no erro fatídico de trair Adão e conceber Caim.

 

Percebendo que algo estava seriamente errado, Adão chamou Eva para uma área afastada do Éden e ouviu, sob a lua que brilhava, a história completa do grande erro dela. A "voz do Jardim" que lhes falou então, dizendo que haviam transgredido o pacto, desobedecido às instruções e faltado ao seu juramento, foi do Anjo Solônia, que escreveu quatro dos 196 documentos do "Livro de Urântia" e até hoje permanece em nosso planeta.

 

A lenda da árvore do bem e do mal, contida na Bíblia, vem do fato de que, cada vez que os Filhos Materiais comiam da "Árvore da Vida", o Arcanjo guardião da planta os advertia a não seguirem "as sugestões de Caligástia no sentido de combinarem o bem e o mal". A advertência exata era a seguinte: "No dia em que combinarem o bem e o mal, vocês sem dúvida se converterão em mortais do reino; seguramente morrerão".

 

As instruções recebidas pelo atribulado casal rezavam que deveriam gerar 500 mil descendentes antes de começarem o processo de miscigenação com as raças locais. Foi a impaciência de Eva e Serapatátia que provocou o desastre, apesar da sinceridade de ambos e de Cano. Nenhum deles tinha real consciência do que estavam a fazer. Adão "não abrigava senão compaixão e lástima por sua consorte desencaminhada". Ele amava Eva com afeto supra-mortal e desejava seguir o mesmo destino dela. Por esse motivo procurou, no dia seguinte, a talentosa nodita Laota, encarregada das escolas do Éden, e "cometeu o mesmo desatino que Eva", engravidando-a de Sansa.

 

Ao saberem do ocorrido com Eva, os habitantes do Jardim se enfureceram, atacaram de surpresa o povo nodita vizinho e não deixaram vivo um só homem, mulher ou criança. Cano foi morto nessa ocasião. Informado do massacre, Serapatátia suicidou-se. Adão, por sua vez, aturdido pelos terríveis acontecimentos, vagou sem rumo por um mês inteiro, correndo grave perigo, enquanto seus filhos procuravam reconfortar a mãe desesperada pelo massacre e pelo desaparecimento do marido.

 

Porém Adão recobrou a razão e voltou ao Éden para planejar o que poderiam salvar da missão tão subitamente fracassada. Sua degradação ficou patente em 70 dias, quando chegaram os síndicos Melquisedeques para assumir o controle dos assuntos mundiais. O quadro se agravou quando lhes veio a informação de que uma coalizão de noditas se preparava para atacar o Éden, em vingança pela tribo chacinada. Ao procurar aconselhar-se com os Melquisedeques, Adão soube que eles estavam proibidos de interferir em seus planos pessoais, embora pudessem cooperar de bom grado com o procedimento que ele escolhesse.

 

"Adão não era amante da guerra, por conseguinte optou por deixar o primeiro jardim aos noditas, sem oposição". Levou consigo 1200 seguidores leais, além de seus descendentes, com animais e mudas de plantas, à procura de um segundo jardim. Ao terceiro dia a caravana foi interceptada por transportes seráficos de Jerusém que tinham a missão de levar todos os seus descendentes menores de 20 anos, mais aqueles dentre os maiores que desejassem seguir para Edêntia, como pupilos dos Altíssimos. Apenas um terço destes decidiu ficar com os pais e enfrentar os difíceis e heróicos dias que estavam por vir.

 

"Ninguém poderia observar a dolorosa despedida desse Filho e Filha materiais de seus próprios filhos, sem se dar conta de que o caminho do transgressor é duro". Gabriel apareceu para pronunciar sua sentença: Adão e Eva haviam violado o pacto de seu cargo de confiança, mas não foram declarados culpados de rebelião. Caíram de seu estado superior para o de mortais humanos, devendo enfrentar todas as vicissitudes dessa nova condição. Estariam desligados dos circuitos vitais do sistema e proibidos de comerem da "Árvore da Vida". Apesar de tudo suas qualidades superiores os farão realizar, no segundo jardim, a heróica (se bem que desconhecida) missão compensatória que trouxe a humanidade para o patamar em que hoje se encontra.

 

O Segundo Jardim

A grande caravana deixou o Éden em direção ao leste, começando uma viagem de mais de um ano até a Mesopotâmia. Caim e Sansa nasceram durante a viagem: Eva teve um parto laborioso, mas sobreviveu; Laota, contudo, faleceu durante o nascimento de Sansa, que foi então criada como se fosse gêmea de Caim. Esta filha de Adão "chegou a ser mulher de grande capacidade. Casou-se com Sargan, chefe das raças azuis do norte e contribuiu para o progresso dos homens azuis daqueles tempos".

 

Quando souberam que se aproximava o sumo sacerdote do Jardim do Éden, as tribos que moravam entre o Tigre e o Eufrates fugiram para as montanhas ao leste. Desta forma se fez pacificamente a instalação dos novos moradores, que trataram de construir suas casas e organizar um novo centro mundial de cultura e religião. Adão e sua família tiveram de adotar métodos rudimentares de vida ao começarem o segundo jardim "com o suor de sua fronte".

 

"Menos de dois anos depois de Caim nasceu Abel, o primeiro filho de Adão e Eva que veio à luz no segundo jardim". Abel era pastor e oferecia aos sacerdotes animais de sua criação. Caim era agricultor e ofertava frutos da terra. As oferendas de Abel eram preferidas, o que provocou a inveja do irmão mais velho. Os dois brigavam sempre, e Abel insistia em lembrar que Caim não era filho de seu pai. Quando tinham 20 e 18 anos, respectivamente, Abel em certa ocasião provocou o irmão a ponto de enfurecê-lo e foi então morto por ele.

 

Caim havia sempre rejeitado a disciplina e desprezado a religião, porém depois de matar Abel se arrependeu e pediu a Eva uma orientação espiritual. Ao desejar honestamente a ajuda divina, ganhou um Ajustador do Pensamento. Aconselhado a deixar o jardim, dirigiu-se ao oeste, à terra de Nod, onde se casou com Remona, sua prima distante pela família do sacerdote Cano. Seu primogênito Enoque chegou a ser chefe dos noditas elamitas, que por centenas de anos mantiveram boas relações com os adamitas.

 

Adão viveu mais 415 anos e Eva 396, depois de enfrentarem "com graça e integridade" a nova situação. A prioridade para os dois, sabendo-se mortais, foi ensinar aos filhos e companheiros destes o que sabiam sobre administração, educação e religião. Em seguida aos primeiros anos mais duros, todos foram pouco a pouco esquecendo os dias de glória no Éden e cuidando com dedicação de seu dia-a-dia, cientes de que apesar de tudo era essencial o que faziam para as futuras gerações urantianas.

 

Como haviam levado consigo grandes rebanhos e alguns animais domesticados, mais centenas de sementes e bulbos de plantas e cereais, tinham boa vantagem sobre as tribos vizinhas. Criaram o terceiro alfabeto de Urântia e lançaram as bases do que viria a ser a arte, a ciência e a literatura modernas. "Mantiveram a escrita, a metalurgia, a cerâmica e a tecelagem, e produziram uma espécie de arquitetura que não foi superada durante milhares de anos".

 

Adão preocupou-se em deixar tanta descendência quanto possível, de acordo com o seu principal dever, a elevação biológica. Para esse fim criou uma comissão de 12 membros, chefiada por Eva, para selecionar mulheres das tribos vizinhas que gerassem filhos seus. Um total de 1570 delas tiveram filhos e filhas que sobreviveram até a maturidade. Esses pequenos foram todos criados nas tribos de suas mães e muito contribuíram para o aperfeiçoamento genético de seus povos, fazendo parte da poderosa raça andita.

 

Pouco após a chegada à Mesopotâmia os Filhos Materiais foram informados sobre sua nova situação espiritual. Ambos haviam recebido Monitores do Pensamento e ao morrer poderiam seguir a carreira ao Paraíso, como os humanos da Terra. Esse fato muito os encorajou na dura transição. Receberam mensagem pessoal de Micael de Nébadon, que entre expressões de amizade e consolo dizia: "Considerei as circunstâncias de vossa falta, e recordei-me de que o desejo de vossos corações sempre foi leal à vontade de meu Pai, e sereis chamados do abraço do sono mortal quando eu chegue a Urântia, caso os Filhos subordinados de meu reino não os chamem antes desse momento".

 

Embora tivesse dúvidas quanto ao seu entendimento, Adão passou a comentar com os seus mais próximos que Urântia poderia tornar-se o mais privilegiado mundo de Nébadon, ao ser escolhida por Micael para sua única encarnação humana em todo o universo local. Aos menos íntimos sempre transmitia sua certeza de que viria mais tarde um Filho Paradisíaco para acelerar o progresso do planeta, possivelmente um Filho Instrutor. Não soube ele, até morrer, que "o mal e o pecado em Urântia ofereceram ao Filho Criador um ambiente mais espetacular para revelar o amor, a misericórdia e a paciência sem par do Pai Paradisíaco".

 

Ao terceiro dia da morte de Adão foi emitido um mandado de ressurreição dos sobreviventes de sua missão. Foi assim feita uma dispensação de 1316 de seus associados no Jardim do Éden, que juntamente com ele e Eva foram re-personalizados nos Mundos de Aperfeiçoamento Inicial da Alma de Jerusém. O casal passou rapidamente pelos 7 mundos descritos anteriormente e novamente alcançou a cidadania da capital do Sistema, na nova condição de ascendentes. Passado algum tempo, foram designados para trabalhar com os 24 conselheiros do órgão de assessoria e controle de Urântia, onde permanecem.

 

Como Adão havia prudentemente instruído seus filhos sobre todos os assuntos do jardim, a transição administrativa se fez sem contratempos ao sobrevir-lhe a morte, por falência múltipla dos órgãos (Eva tinha falecido após problemas cardíacos, 19 anos antes). "Os governantes civis dos adamitas foram, por herança, os filhos do primeiro jardim". Adamson, após alguns anos na Mesopotâmia, partiu para fundar no que viria a ser o Turquestão um centro secundário da raça violeta. Casado com Ratta, a última descendente de pura cepa dos noditas, ele também daria origem aos quase 2000 Seres Intermediários Secundários. O segundo filho de Adão e Eva no Éden, Evason, que tinha sido o principal assistente de seu pai até falecer antes dele, foi o pai de Jansad, o primeiro chefe do segundo jardim após a morte de seu fundador.

 

O sacerdócio do segundo jardim começou com Set, o mais velho dos sobreviventes nascidos já na Mesopotâmia. Seu filho Enos fundou uma nova ordem de adoração, que se expandiu fortemente quando o seu neto Kenan "instituiu o serviço exterior de missionários para as tribos circunvizinhas próximas e distantes". O sacerdócio setita atuava de forma global nos assuntos da religião, da saúde, da educação e da inspeção sanitária. Seus ministros estenderam a evangelização até à Europa e ao interior da África, à China e ao Japão - de onde saiu um bravo grupo andita de pouco mais de cem pessoas que, viajando de ilha em ilha pelo Pacífico, deixou monumentos na Ilha de Páscoa e chegou ao Peru, onde se miscigenou com os nativos e deu origem às dinastias Incas.

 

A partir da morte de Adão, a população humana foi se desenvolvendo progressivamente, sobretudo liderada pelos povos anditas, que combinaram o sangue adamita (do povo violeta, de olhos azuis e cabelos loiros, ruivos ou castanhos) com o nodita (que compreendia os descendentes do séqüito corpóreo infiel do Príncipe Planetário) e o amadonita (do séqüito corpóreo fiel), mais os andonitas (descendentes de Andon e Fonta, inclusive as seis raças de cor). Essa evolução demográfica da Terra, que havia tido contribuições das raças Neandertal e Cro-Magnon, desaparecidas como as raças verde e alaranjada, é uma admirável saga magistralmente descrita no "Livro de Urântia". Em suas páginas estão todos os elementos para a adequada compreensão da identidade racial contemporânea. É verdade que nos falta bastante para o ideal dos planetas normais da Criação, que também se destinam à Era de Luz e Vida com uma só raça, uma só língua e uma só religião. Porém no Livro estão todas as verdades que nos faltam para nos entendermos melhor e vivermos em paz.

 

Os valores mais importantes que devemos procurar entender, por serem os que Deus mais valoriza, são a verdade, a beleza e a bondade:

 

"A verdade é a base da ciência e da filosofia, e oferece o cimento intelectual para a religião. A beleza patrocina a arte, a música e os ritmos significativos de toda experiência humana. A bondade (amor) compreende o sentido da ética, da moralidade e da religião - o desejo de perfeição experiencial".

 


O livro poderá ser lido, baixado e ouvido na página da AUB - Associação de Urântia do Brasil
http://www.urantia.com.br/

Texto publicado em www.nossamestria.com.br

 Fonte: http://vozdaeradeouro.blogspot.com/p/livro-de-urantia-resumo.html

contribuuição Cris Kauer 

 

Category : HISTÓRIA, FILOSOFIA, TRADIÇÃO, MITOLOGIA Print

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