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 A FRATERNIDADE BRANCA SEGUNDO OS EXTRATERRESTRES

28/11/2010

 

 

Uma abordagem Amasófica

por LUIZ GONZAGA SCORTECCI DE PAULA (Ben Daijih)  

 

Há muito tempo que os ensinamentos originais ou "ocultos" e parte das informações relativas ao passado remoto da humanidade terrestre vêm sendo traduzidos e difundidos entre todas as tradições étnico-culturais da Terra. Tanto essa tradução, como as adaptações que ela precisou sofrer, foram feitas de modo estratégico visando revelar elementos que, de alguma maneira, poderiam efetivamente ser úteis, em alguma instância, aos processos em curso no mundo, segundo cada época e lugar.

 

O conjunto das Inteligências que constituem o núcleo "pensante" superior dessa superestrutura as tradições esotéricas e iniciáticas denominam de Governo Espiritual do Mundo, aquilo que os ET's conhecem por Aoesh-Sallá (Teia de Luz Dourada), a dita FRATERNIDADE BRANCA das Tradições Esotéricas.

 

Esse referida tarefa, naturalmente, tem contado com a dedicação de almas muito elevadas que, muitas vezes vivendo entre nós, nascidos em carne e osso, tudo fizeram para realizá-la de modo satisfatório. É verdade que nem sempre tiveram sucesso, até porque os pensamentos vigentes, as culturas historicamente dominantes (cristalizadas nos indivíduos e em suas obras materiais), acabavam por comprometer a integridade do material compilado, ou prejudicando, irremediavelmente, o resultado social advindo das novidades implantadas.

 

Ordens, escolas de mistério, irmandades, fraternidades, legionários, missões, capítulos, lojas, igrejas, cultos, mosteiros, seitas, centros psico-mediúnicos, retiros, estações remotas, centros e núcleos iniciáticos e de serviço espiritual inúmeros formaram-se e foram "trans-dimensionalmente" assistidos com essa finalidade última, muito embora uma boa parte deles tenha ficado pelo meio do caminho, já que mal conseguiram implantar e manter suas atividades-meio, quanto mais suas atividades-fim.

 

Muitas dessas organizações inconclusas, ou as obras, processos, práticas e costumes que buscaram implantar, tornaram-se acéfalas e, assim, vulneráveis ao trânsito de aventureiros, às vezes até bem intencionados, mas que acabavam difundindo meias verdades ou ensinamentos equivocados, espalhando a confusão num mundo que já era confuso desde o berço, resultando, na prática, instituições por vezes inapelavelmente absurdas, responsáveis por estragos enormes no evoluir dos terrestres.

 

Há quem defenda a idéia de que as religiões, por exemplo, como parte disso tudo, teriam feito mais mal do que bem ao mundo e às suas gentes! Acredito que, pelo menos em relação a alguns aspectos, isso seria até bem verdadeiro. De qualquer forma essa não é uma discussão que nos cabe agora levar adiante aqui nesse breve artigo.

 

É bom que se diga, complementando o raciocínio, que a necessidade desse esforço de "materialização" (fisicalização) de conhecimentos superiores não decorre apenas do fato de que tais ensinamentos e informações pudessem ser mais ou menos úteis aqui e ali. É um imperativo da "Lei", isto é, uma necessidade, digamos, "vibratória".

 

Queremos dizer com isso que tais elementos, ou melhor, a presença física desses conhecimentos entre nós, grafados ou apresentados de alguma outra maneira (símbolos, rituais, diagramas, poemas, partituras, construções, esculturas, leis e instituições diversas, etc.) se faz necessária para que objetivos maiores possam ser alcançados satisfatoriamente, em todos os níveis e modalidades de expressão.

 

Quer dizer: os "segredos" precisavam estar entre os homens, "vibrando" fisicamente entre eles, mesmo que alguns deles não fossem percebidos, identificados ou compreendidos, ou mesmo objeto de interesse de quem quer que seja!

 

A humanidade terrestre é um confuso cadinho de almas, origens e destinos diversos. A meta em curso é uma "raça" (SHERANS) e uma "cultura local" (civilização) efetivamente terrestre, em todos os sentidos, nascidas e desenvolvidas aqui, e que vêm sendo elaboradas (apesar dos graves percalços já registrados) com a finalidade de garantir condições evolutivas naturais principalmente para três grandes grupos de almas, cada qual proveniente de um lugar, de uma "base evolutiva" diferente, de uma sistema ou origem distintos, no rumo da idéia de "um só Rebanho e um só Pastor". São eles:

 

1. Simaós (Gibdones Sirianos, os guerreiros portadores de Fraiki);

 

2. Homaras (da galáxia de Mhora, nossa Andrômeda, representando uns 64% dos 22 a 24 bilhões de almas “capturas” pela Terra); e os ...

 

3. Darmonianos, do planeta Darmon (provavelmente o "Maldek" dos Sumérios, que orbitava depois de Marte e que hoje não passa de um cortejo de asteróides).

 

E foi nas entrelinhas desse alquímico processo, por sinal marcado por toda sorte de contratempos, que nasceu e se desenvolveu a chamada Fraternidade Branca, a Ajáia-Sih (Jóia Cristalina) dos Extraterrestres, com seus “Sete Assentos”, representando as “Sete Forças” que imperam para o delicado EQUILÍBRIO EVOLUCIONAL do PROJETO TERRA.

 

Consolidada aos poucos, e sendo a matriz primeira de todas as outras escolas de mistério ou "redes de consciência" (Abjurãns) que têm trabalhado pela evolução da humanidade terrestre, esotéricas e exotéricas, a Sagrada Ordem Superior dos Oldin's (Luzeiros), como também é conhecida no Espaço a FRATERNIDADE BRANCA ou GOVERNO ESPIRITUAL DO MUNDO (Terra), passou a reunir as mais completas referências vibratórias para a sintonia fina dos sete "Vaiãns", termo que a tradição esotérica denomina "Raios", mas que os ET's entendem mais como "Redes de Consciência".

 

Para compreender como nossos Irmãos Espaciais entendem a FRATERNIDADE BRANCA é que preparamos este artigo, sucinto, é verdade, mas que servirá para dar início a um estudo mais aprofundado. A propósito, um dedicado aluno nosso gravou em vídeo o painel sobre o tema acontecido em Curitiba (PR) em fevereiro último (12-02-2000). Uma cópia pode ser adquirida através da secção LOJA VIRTUAL – do website www.amasofia.org.br.

 

Nela os estudiosos poderão obter mais elementos sobre o que aqui está exposto, embora tenhamos evitado, no painel em questão, a terminologia ET (amasófica), quase sempre de difícil memorização! Neste artigo ela está anotada com todos os seus pormenores. Bem; sigamos adiante!

 

Segundo nossos Irmãos do Espaço a Terra e os terrestres estão submetidos a dois programas evolutivos simultâneos e interdependentes: um de ordem natural, digamos assim, de âmbito e linha SOLAR, e um outro "artificial", elaborado por ciências e tecnologias inconcebíveis para nós, com o propósito de devolver, ao menor custo possível, a consciência que nós terrestres perdemos a respeito de nós mesmos, de nossa real natureza, origem e destino por conta de um acidente solar (Thoro-Marrojih) registrado intempestivamente no passado e que nos afetou de modo particular em nível de nosso "Corpo Eletrônico" (Fhi-dhan, ou corpo etérico, bioplástico, eletrônico ou ainda duplo-etérico).

 

Este plano artificial de resgate chama-se Álara-Máh e pode ser "visualizado" (imaginado), hipoteticamente, como um espelho esférico colocado em volta do planeta Terra recebendo os pulsos vibratórios dos progressos individuais de cada pessoa, potencializado-os um a um, e redistribuindo-os, segundo sete faixas ou "redes de consciência" distintas (Vaiãns), para o coletivo, espalhando para toda a humanidade as conquistas que cada um de seus membros foi capaz de realizar dentro de si no rumo daquele objetivo maior, sem perder de vista a devida articulação com o programa evolutivo solar — Álara Mih — também ele bastante complexo em razão de certas peculiaridades do nosso sistema planetário.

 

As sete freqüências de reflexão (ou de retorno) de Álara-Máh, ou seja, as sete Vaiãns ou "Redes de Consciência", operam segundo seus respectivos "conteúdos vibratórios de fundo", conteúdos esses denominados genericamente de Bádja-Kin's (intenção), adiante relacionados e acompanhados das áreas que cobrem do espectro evolutivo do Ser e seus respectivos elementos simbólicos de representação gráfica:

 

  1. Molbí-Radjan (Coluna / Estrutura / Unidade / "Esqueleto"/ Alicerce / Força / Poder / Perseverança / Vontade / Determinação / Sustentação = BASTÃO Azul sobre amarelo muito claro);

 

  1. Kinno-Verãn (Informação / Inteligência / Estudo / Ciência / Conhecimento / Sabedoria / Discernimento = PAR DE ONDAS amarelo-douradas sobre fundo azul);

 

  1. Cabáh-Iluíh (Polaridade / Atração / Afinidade = CÍRCULO azul COM UMA CRUZ rosa sobre meio e fundo branco);

 

  1. Uldhã-Mharãn (Singeleza / Harmonia / Beleza / Integração / Forma = ESTRELA DE DEZESSEIS PONTAS, na cor prata, sobre fundo branco);

 

  1. Modã-Nallãn (Números / Lógica / Matemática / Precisão / Funcionamento / Inovação / Invenção / Adaptação / Planejamento / Tecnologia / Civilização = CRUZ GAMADA na cor verde esmeralda sobre fundo branco);

 

  1. Kimã-Shivú (Amor / Amizade / Fraternidade / Solidariedade / Perdão /  Cura / Sinceridade / Orientação / Cooperação / União = CÁLICE de cor dourada, sobre fundo azul e conteúdo rubi);

 

  1. Modúh-Birãn (Transformação / Revelação / Ritmo / Profundidade / Ordem / Pureza / Sabedoria / o Oculto / Mistério / Iniciação / Justiça = ESPADA violeta sobre fundo branco).

 

Os primeiros casais de Espaciais e Interplanetários a servirem de referência vibratória (diapasões espirituais ou Iód-Madjin's originais) para direcionar (modular) tais "intenções" (Bádja-Kin's) foram e continuam sendo e serão até o fim do "Projeto Terra":

 

1. Zahára e Elláh (casal Homara);

 

2. Abezon-Roéh e Apráia-Báh (Casal de Alnilan, Constelação de Órion, posteriormente radicado em Avis, líder anti-Baóbi-Kôro, ou Kommo, este o anti-Cristo das religiões cristãs);

 

3. Tuá-Mamãnk e Lia-Lih (Salésios, grupo de Kauáris = Fecundadores, que adotou a Terra para aqui realizar seus destinos pessoais de Serviço);

 

4. Zazir e Umá-Maráh (casal Homara);

 

5. Hermon Arin e Amisa (cientistas darmonianos ligados a Maria, ou seja, a Maãma-Lih e sua contraparte masculina, Abebiãn-Kór);

 

6. Modji-Kull e Dára-Regíh (Éleris que ficaram na Terra por amor à sua gente, desde quando aterrissaram aqui pela primeira vez);

 

7. Zeziãn (ou Zazeúh) e Zoéh (ou Zazoéh) (casal Homara).

 

A partir deles, de suas energias, estruturam-se as sete complexas linhas de ação e que não são estáticas, muito pelo contrário. Sem perder a dominância prevista para cada Vaiãn, os Bádjas-Kin's misturam-se segundo ciclos e, às vezes, seguem padrões aparentemente aleatórios, mas que na verdade são sub-programas para ajustes específicos controlados radiônica e psicotronicamente, digamos assim, através da capital espiritual da Terra, o complexo transdimensional de Áchara (Chamballa ou Agharta, um tripolo psicotrônico apoiado materialmente em três regiões do globo, quais sejam, Tibet (Himaláia), no deserto de Gobi e nos Andes peruanos e um quarto ponto no espaço, o planetóide dourado artificial "Io", permanentemente escondido de nós pelo Sol).

 

Tais "irradiações" (Bádja-Kin's) agem no sentido de corrigir e ativar cada um dos diagramas mutantes integrantes dos 144.000 sistemas pára-luminosos que integram nosso corpo eletrônico (Fhi-dhan), devolvendo a cada um e a todos os seres humanos da Terra, a capacidade de conectar-se consigo mesmo, com sua "Divina Presença", e ela com o Ser-personalidade, encarnado na Terra.

 

É uma contra-ação em relação aos resultados do acidente solar Thoro-Marrójih que danificou tais circuitos aleatoriamente. Quer dizer, cada corpo etérico dos que aqui estavam na matéria na ocasião do referido “acidente” teria sido danificado de uma maneira específica, sem paralelo com os demais casos, impondo um plano de recuperação muitíssimo bem elaborado e, por assim dizer, "personalizado" caso à caso.

 

Vale observar que os casais Maãma-Lih (Maria) e Abebiãn-Kór (Sannat Kumara ou Melquisedeck), bem como Itza Omhábi (Jesus) e Madjilla-Suh (Maria Madalena), não ocupam funções na FRATERNIDADE BRANCA, a não ser interinamente, ou temporariamente, dentro de programas especiais para reajustes nos planos, papel este que são ocupados também por outros colaboradores eventuais ou temporários.

 

Do ponto de vista das escolas esotéricas modernas tais Iód-Madjin's (diapasões) são conhecidos por "Choãns", um para cada "Raio". Os estudiosos dessas áreas nos revelam que, presentemente, seriam os seguintes os nomes iniciáticos daqueles que ocupam tais funções, todos eles Mestres Ascensionados, cujas identidades reais (espirituais) talvez sejam desconhecidas.

 

Raio 1 (azul) – Lord Siriús e Lady Siriús, substituindo El Morya (Espacial Yogarim);

 

Raio 2 (amarelo ouro) – Mestre Lanto, substituindo Mestre Kutumi ou Ramatis);

 

Raio 3 (rosa) - Lady Rowena e Paulo Veronezi;

 

Raio 4 (branco) – Mestre Serapis Bey e Lis;

 

Raio 5 (verde esmeralda) – Mestre Hilarion e Matilde;

 

Raio 6 (rubi) – Mestra Nada e Mestre Tudo;

 

Raio 7 (violeta) – Mestre Saint Germain e Mestra Portia.

 

Do ponto de vista da AMASOFIA tais Mestres de Luz estariam na parte operacional (mundial) do trabalho, enquanto os casais anteriormente citados (Iód-Madjin's Originais) responderiam pelas mesmas funções numa escala "interplanetária" (não nasceriam na matéria terrestre) ligada às articulações com o plano evolutivo do Sistema Solar, o referido Álara-Mih, dirigido pelo Cristo (ungido) Maitréya, reconhecido pelos Espaciais sob o nome de Sara-Óh, que quer dizer "A Perfeita Simplicidade quando está a deslizar no Firmamento". Dessa maneira podemos até fazer um certo paralelismo entre as duas versões.

 

Bom destacar-se, também, que cada um dos SETE Iód-Madjin’s representa ou intermédia uma das FORÇAS que compõe a FRATERNIDADE BRANCA, já que ela também deve ser vista como uma espécie de CONSELHO ou MESA REDONDA, ou Irish-Há, ou seja ACORDO ou CONTRATO DE CONVIVÊNCIA MÚTUA, onde se fazem presentes a Hierarquia Tutora, os Confederados (vide adiante), os Homaras, os Simaós, os Darmonianos, os Kamará-Aeons, os Góguis e o “Projeto Kommo”, ou Kommôt, o lado do dito “Anti-Christo”.

 

Quando reunida em “Sessões de Avaliação”, digamos assim, a FRATERNIDADE BRANCA é reconhecida também como CONSELHO CÁRMICO. Essa sutil distinção também é encontrada entre os Espaciais, embora com uma conotação um pouco diferente, já que o conceito de CARMA, na perspectiva dos Espaciais apresenta diferenças em relação ao conceito que se popularizou no ocidente. Num outro artigo, eventualmente, poderemos tratar desse aspecto.

 

Quanto ao Comandante Ashtar Sheran ("A Estrela que mais brilha"), continua existindo sobre sua identidade algumas dúvidas interessantes. A Missão Espacial ORS INARAN, que vem "iluminando" trabalhos como o da AMASOFIA, cita o Comandante Amatzille ou Aká-Amon como aquele que responde pelas atribuições normalmente citadas como de Ashtar Sheran, canalizado pela primeira vez por um sensitivo alemão em 1959 (Victor Herbert Speer) e mais tarde contacto no Brasil por Paulo Fernandes, em Itapoã, Salvador (BA), experiência que deu origem a um ativo grupo baiano de estudos, pesquisas e difusão da presença extraterrestre nos bastidores da experiência humana. Outro contato de Ashtar Sheran no Brasil é o Médium de Cura Chico Monteiro, atuante no interior de Minas Gerais e no Rio de janeiro (RJ).

 

Outras correntes entendem que Ashtar Sheran seria o Arcanjo Miguel (opinião que compartilhamos), enquanto outras defendem a idéia de que Ele seria, em realidade, o Arcanjo Gabriel. De qualquer forma suas tarefas têm sido complementares à da FRATERNIDADE BRANCA na medida em que realiza uma espécie de coordenação (comando) de todas as Missões alienígenas em serviço na Terra através de frotas espaciais ("embarcados"), reconhecido na Tradição como CONFEDERADOS ou CONFEDERAÇÃO GALÁTICA, ou ORDEM DOS TAREFEIROS.

 

Outro dado importante é que cada uma das sete redes (Vaiãns) vibra nas polaridades positiva (yang), negativa (yin) e neutra ("sing"). Daí termos, em realidade, 21 programas ou frentes de ação na unidade (+ 1), compondo 22 "sub-raios" ou "sub-redes" (Vaiá-Mirãns), onde na prática estão conectados todos os habitantes da Terra, entre vivos na matéria ou fora dela.

 

Assim como cada Vaiãn tem seu "diapasão" (Iód-Madjin), essas sub-redes também tem os seus "Guias" ou "Zeladores", ou ainda seus "Guardiães", todos eles temporários e auxiliados por apoiadores que conectam tais sub-redes a sistemas automáticos de monitoramento e avaliação. Tais Guias são chamados pelos Espaciais de Báki-Objan, que quer dizer, aproximadamente, "diretor".

 

No momento temos uma configuração de Báki-Objan comprometida com a transição pisces-acquarius. Outras virão ainda, dentro do mesmo propósito, pois o processo não só é longo e complexo como pode sofrer alterações de curso, a todo momento.

 

Bom destacar que nossas programações de vida (Dharma) e nossos Karmas (vulnerabilidades freqüênciais decorrentes de ações pregressas) têm estreira relação com o tema FRATERNIDADE BRANCA e os Sete RAIOS, pois “emanações” às quais nos referimos induzem “redes de consciênbcia (Abjurans) relativamente específicos, determinando desde nossa data e hora de nascimento, profissão, tendências comportamentais, e até a escolha de nossos pais, irmãos e até parentes!

 

Vejam essa relação, onde destacamos a cor dominante ou freqüência vibratória primária do RAIO:

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