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 PROFECIAS EXTRATERRESTRES

24/9/2010

 

 Sobre a Transição Pisces-Acquarius

   Versão ajustada e autorizada aos 24 set 2010

 

 

ElisabethLicata_bloguez.com

 

 

PRIMEIRO DIA

 

O primeiro dos “dias” (períodos) de Tzaráia, ao que se sabe, poderá ser identificado por uma seqüência particularmente dramática de turbulências climáticas com fortes conseqüências para o funcionamento das grandes metrópoles, os meios de transporte e de comunicações, e o regime de abastecimento da quase totalidade das comunidades urbanas de médio e grande portes. Conseqüência: fuga crescente e cada vez mais intensa e caótica de pelo menos um terço das populações urbanizadas no rumo do campo e das pequenas cidades. Fuga, em alguns casos, infelizmente, predatória e violenta, na base do... “salve-se quem puder”. Esse “dia”, essa primeira etapa, será marcada por muitos aparecimentos de naves e alienígenas, em todo o mundo, por todos os lugares. Milhares de contatos se verificarão e muita gente começará a desaparecer, levada embora, até porque não são mesmo daqui e estarão já conscientes disso, voltando para suas “casas”. A crise cultural e religiosa estará em plena vigência. O mundo estará caminhando como pode. De alguma forma são os dias que estamos ora começando a viver, ainda que timidamente, pelo menos por enquanto (Setembro de 2010)

 

SEGUNDO DIA

 

O segundo “dia” (período), dos sete que viveremos, será marcado pelas escaramuças nucleares e guerras convencionais. Os problemas de clima, degelo polar, abasteci-mento e violência continuarão se agravando, assim como a questão UFO, que começará a arregimentar multidões de curiosos e a determinar novos posicionamentos das autoridades civis, militares, religiosas, científicas e governamentais. A existência dos ET’s será, (enfim), reconhecida internacionalmente nesse segundo dia, embora os melhores segredos oficiais sobre o assunto (ainda) devam continuar sendo segredo. Os problemas de clima seguem, impondo condições cada vez mais difíceis e dramáticas à cada verão e à cada inverno, em todo o mundo. As atividades vulcânicas e os sismos estarão diariamente nos noticiários, assim como a possibilidade de inundações nas áreas litorâneas (tsunamis) por conta de marés e do avança do mar sobre as faixas costeiras. De repente, um artefato nuclear é lançado sobre alvo civil, possivelmente no norte da África, por grupos terroristas. É o fim do segundo “dia” e o início do terceiro.

 

TERCEIRO DIA

 

Amedrontadas, as nações da Terra acabarão sendo facilmente motivadas com a idéia de se promover uma grande reviravolta na situação global. Será quando a hu-manidade entregar-se-á ao controle pela face (mais radical) do Governo Oculto do Mundo, que buscará, a todo custo, e sob poderosos argumentos, argumentos quase irrecusáveis, o controle geral, indivíduo a indivíduo, e de todos os recursos disponíveis, em todas as nações da Terra: é o chamado Dia do Anti-Cristo. A chefia dessa estrutura já nasceu, já cresceu e atua no mundo, e encarna, num homem aparentemente comum, mas poderoso, as finalidades dos Koddo’s (do Astro) Dóton, dos Gógui’s, das lideranças radicais dos portadores de Frai-ki (Baóbi Koro)  e dos Kammá-reon’s (rebelados) e de seus aliados desencarnados, organizados em corjas verdadeiramente diabólicas, na sua luta por hectoplasma fácil e abundante, e poder absoluto, proposta que nos levaria, se vitoriosa, à destruição termonuclear, química e biológica da vida na Terra. Há tempos têm eles estado atuantes visando tal controle que só não conseguirá seus objetivos graças às pressões de Zháia, a inexorável força da lei que subjaz a tudo e que carrega o antídoto contra a situação que o sistema gerou, pois o controle só teria sucesso se fosse perfeito, e ele não o será, felizmente. Com o fracasso da super operação “ordem na casa”, suas lideranças caem no descrédito e saem de cena, dando lugar à incontrolável força da presença extraterrestre já absolutamente evidente, até porque muita gente já terá sido levada embora pelos ET’s. Muitas pessoas estarão se mudando para o campo e as montanhas, mais ou menos improvisadamente, para vi-ver em condomínios rurais, clubes ecológicos de vivência, bairros “verdes” e pequenas aldeias auto-subsistentes, bem como em pequenas cidades, sítios, fazendas e ecovilas serranas. Grupos signatários da AGENDA AQUARIANA (www.agendaaquariana.blogspot.com) estarão, mundo afora, dando forma física às dezesseis (16) redes mundiais de estações aquarianas, a infra-estrutura de vida das 16 nações aquarianas ou planetárias, que conduzirão a humanidade remanescente a uma nova sócio-economia, uma civilização livre, pacífica, interplanetária, reencarnacionista e muito avançada, mas com base noutra Ciência e noutra tecnologia. As cidades litorâneas já estarão bastante comprometidas com o problema do avanço do mar por conta do degelo cada vez mais acelerado das calotas polares.

 

QUARTO DIA

 

O quarto “dia” será o dia do CONTATO GENERALIZADO. O mundo parará inteirinho, atônito, durante uns três meses e nada, absolutamente nada, funcionará a contendo, de acordo com a canalização em exame, situação relativamente fácil de ser prevista! Nesse tempo, Eles, os ET’s, estarão por todos os lugares, acompanhando de perto a “viração” de milhões de pessoas em busca de uma solução para suas respectivas situações, enquanto a maioria estará entretida com a presença d’Eles, perplexa, sem iniciativa, contaminada pela surpresa absoluta, se não pelo desespero, pelo medo, enquanto outros mais estarão às voltas com as forças desenfreadas da natureza, que estarão, então, devolvendo ponto por ponto os maus tratos que tem sistemática e generalizadamente sofrido em todos os rincões do planeta. Estarão à mostra, de modo completo, todas as “sombras” da nossa humanidade, de cada um de nós todos. Ficará evidente o grau de podridão interna que estávamos a suportar, sob o qual estávamos vivendo, o grau de nossa própria negligência cósmica para conosco mesmo, para com a Vida, para com a Divindade em nós mesmos!

 

“A Nossa simples presença vos chamará à razão, de sorte que, abertas todas as feridas, não restará ao mundo nada mais que um grande espelho onde cada rosto, cada povo, cada nação, cada governo, cada etnia estará a mirar-se, amargando tardiamente o tempo perdido, a obra inacabada, o juízo tecido, a ajuda negada, a mentira plantada, a culpa sentida, a carne ingerida, o medo vivido, a violência imposta, o amor negado, o teto devido, a terra demarcada, a floresta queimada, o prato vazio, a vida extirpada, a feiúra admitida, a impunidade mascarada e a fronteira assinalada. Vosso rosto, vereis, está desfigurado. Irreconhecível ele está, Irmão” / HÁMARA DÍDI  

 

As calotas polares, fortemente derretidas, elevarão as águas dos oceanos, e as cidades litorâneas de todo o globo estarão, por essa época, totalmente comprometidas, rigorosamente inviáveis, além de ocupadas por grupos de vândalos e saqueadores de todos os tipos. Terremotos, tornados e furacões, e o anômalo comportamento dos animais completarão o quadro já por demais caótico, dramático, pelo menos para os que fizeram questão de continuar agindo como desavisados de tudo.

 

QUINTO DIA

 

O quinto “dia” reunirá apenas três dias terrestres: será o Dia Áurico de Tzaráia, o Dia de Ohs Len, a Grande Noite. Será o mais curto deles, mas talvez o mais intenso, por envolver forças muito além da imaginação: as condições eletromagnéticas então vigentes ao redor da Terra não permitirão que a atmosfera transforme em luz visível a energia que recebe do Sol, e o mundo conhecerá uma escuridão quase total, complicada pelos problemas de material em suspensão na atmosfera, lançado pelos vulcões. Ciclos galáticos estarão se cumprindo e pulsos trans-dimensionais agirão sobre a Terra e sobre tudo o que vive, reescalonando processos e desdobrando alternativas evolucionais antes apenas em potencial. Fenômenos espaço-temporais e eletromagnéticos incompreensíveis serão testemunhados em muito lugares, enquanto as comunicações estarão fortemente inviabilizadas.Ao final, teremos uma população fortemente diminuída, tanto por conta dos desencarnes voluntários e involuntários em massa, como por conta do fato de que muita gente terá ido embora mesmo, a bordo de naves, enquanto outras estarão nos mundos subterrâneos, mais ou menos profundos, acompanhados ou não, por Espaciais, ou isoladas em comunidades de montanha (“núcleos de transição”), perdidas por aí, em mil e um lugares diferentes, devidamente protegidos por intervenção alienígena (Estações Aquarianas)

 

SEXTO DIA

 

O sexto dia será o dia d’Ele, de Dóton, o Astro Higienizador, a nova “Estrela de Belém” no linguajar do povo. O céu apresentará colorações inéditas, e estará sendo riscado cada vez mais por meteoritos. No céu, uma curiosa “estrela” chamará a atenção de todos os que estiverem ainda por aqui. De repente, pedras e mais pedras começarão a cair do céu, de início compostas de pós diversos, ricos de ferro e outros minerais, em grandes massas disformes de gelo. Depois virão rochas escuras, ricas de cobre, por exemplo, até que um cometa corta o céu. É ele o dito Astro Anunciador, Árah, ou Ará-Bih. Ao ser visto, um outro corpo celeste, então, um bólido que lembra o formato de um grão de arroz, conhecido pelos ET’s pelo estranho nome de “Konggo” (Oborê-Akum), adentrará a atmosfera e atingirá a Terra, no mar, e ondas gigantescas e muito vapor se levantarão, competindo com os maiores maremotos que a Terra já viu acontecer. Nesse dia, no dia do impacto, o maior vulcão da Terra renascerá, no Pacífico. Noutro lugar, também no Pacífico, dezenas de vulcões próximos entrarão solidariamente em erupção, somando suas nuvens de poeira com outros já em erupção, em quase todos os continentes! Dias depois, será, por fim, a hora da “Estrela de Belém” (Dóton), que segundo as crenças da época estaria anunciando o renascimento de Jesus numa nova manjedoura. Sua estranha e terrificante trajetória deixa todo mundo atônito, até que ele cruza a eclíptica entre Marte e Júpiter, próximo à órbita dos Asteróides, desorganizando perigosamente o sistema. Em seguida, ele some dos céus, misteriosamente! Dirá o povo: teria Jesus desistido de sua promessa? — indagarão as gentes, confusas e inseguras, mal orientadas. Em pouco tempo ela, a “Estrela de Belém”, na verdade o errante Dóton, estará de volta. Quando estiver em seu ponto de maior proximidade com a Terra voltará a ser visto no céu do tamanho do Sol poente algum tempo depois de sua primeira e aterradora passagem. A Terra, então, se desgoverna, tem seu eixo alterado, seus pólos migram e as ondas oceânicas já não mais poderão ser chamadas de “ondas”: em várias partes do mundo elas chegarão às costas dos continentes com mais de 700 metros de altura, frontalmente ou em diagonal, a grande velocidade:

 

“Anotai, para que não possais dizer um dia que dessas coisas não fostes avisados: haverá lugares de terra firme que, mesmo a 640 medidas (metros) de altura, conhecerá água salgada. Nesse tempo uns não saberão dos outros. Cada lugar terá seu céu e seu inferno.” / MABI ISA (Espacial Tzarim, por Ben Daijih)

 

O céu ficará encoberto, e depois choverá sem parar. Haverá frio e calor intensos, ruídos estranhos marcarão os dias e as noites, até o dia sétimo:

 

“E no sétimo dia haverá uma trégua e ela não conhecerá seu fim. A vida mostrará sua força, a natureza se acomodará e um paraíso que já existia começará a raiar no horizonte, enquanto a Terra estará mergulhando em si, reencontrando-se com seu Caminho de Luz, outrora dela afastado por obra da Perfeição” / MABI ISA

(Dzariman, por Ben Daijih)

(Referência: AMASOFIA / www.amasofia.org.br)

Category : ESOTERISMO, CANALIZAÇÕES, UFOLOGIA Print

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