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 A GENEALOGIA SECRETA DE JESUS

12/9/2010

 

joshua

Muitas evidências foram apresentadas pelo Monastério do Sinai, através de seus documentos e representantes. Mas sabemos que Sinai possuem alguma prova de que Jesus foi casado e tivera filhos e que deixaram a Terra Santa na época de sua suposta morte. Encontraram refúgio no Sul da França e lá preservaram sua linhagem em uma comunidade judaica. Durante o século V esta linhagem parece Ter se misturado, via casamento, com a linhagem real dos francos, engendrando assim a dinastia merovíngia. Em 496d.C., a Igreja fez um pacto com essa dinastia, ligando-se perpetuamente à linhagem merovíngia - presumivelmente conhecendo a verdadeira identidade daquela estirpe. Isto explicaria a oferta recebida por Clóvis de se tornar imperador do Sacro Império Romano, o "novo Constantino", e seria a razão pela qual ele não foi feito rei, mas reconhecido como tal.

Ao corroborar o assassinato de Dagobert, e depois trair a linhagem merovíngia, a Igreja se tornou culpada de um crime que não podia ser racionalizado ou expurgado. Ele teria que ser suprimido, pois a descoberta da real identidade dos merovíngios não fortaleceria a posição de Roma diante de seus inimigos.

A despeito de todos os esforços para erradica-la, a linhagem merovíngia - sobreviveu, em parte, através dos carolíngios, que se sentiam mais culpados do que Roma pela usurpação e procuraram se legitimar através de alianças dinásticas com princesas merovíngias. Mas o mais importante é que a linhagem sobrevivei através do filho de Dagobert, Sigisbert, cujos descendentes incluíram Guillem de Gellone, governante do reino judeu de Septimania e, finalmente, de Godfroi de Bouillon. Com a captura da Jerusalém em 1099 por Godfroi, a linhagem de Jesus teria recapturado sua herança de direito, a ela conferida nos tempos do VT.

...Se nossa hipótese estiver correta, o
cálice sagrado representava simultaneamente duas coisas: por um lado teria sido a linhagem sangüínea e os descendentes de Jesus - o "sang raal" ou "sangue real", do qual os templários foram nomeados guardiães. Ao mesmo tempo, o cálice teria sido o receptáculo que recebeu e conteve o sangue de Jesus. A partir disso, teria surgido o culto a Madalena, na forma como foi promulgado na Idade Média, e ele teria sido confundido com o culto à Virgem. Pode-se provar que muitas famosas Virgens Negras ( incluindo Nossa Senhora da Aparecida, no Brasil, estátua negra e padroeira do País, descoberto pelos Europeus na Idade Média) ou Madonas Negras, do início da era cristã, eram ícones de Madalena e não da Virgem - e eles retratam uma mãe com o filho.

Em 70 d.C., durante a grande revolta na Judea, as legiões romanas de Tito saquearam o Templo de Jerusalém. O tesouro pilhado do Templo teria ido parar finalmente nos Pirineus e o representante do Monastério do Sinai, afirmou que esse tesouro se encontrava nas mãos dessa sociedade secreta. Mas o templo de Jerusalém pode Ter contido mais do que o tesouro pilhado pelos centuriões de Titus. Religião e política eram inseparáveis no antigo judaísmo. O
Messias devia ser um rei-sacerdote, cuja autoridade compreendia os domínios espiritual e secular. Assim, é possível que o Templo abrigasse registros oficiais sobre a linhagem real de Israel. Se Jesus era realmente o rei dos judeus,, o Templo. Certamente conteria informações copiosas relacionadas a ele. Poderia mesmo conter seu corpo, ou pelo menos o seu túmulo, uma vez que o seu corpo teria sido removido da tumba temporária dos evangelhos.

Qualquer sacerdote que estivesse ali, naquele momento no Templo, deixaria para eles o ouro, as jóias, o tesouro material que eles esperavam encontrar e esconderia, sob o Templo, os itens de maior importância, relacionados ao legítimo rei de Israel, o Messias e sua família real.

Por volta de 1100, os descendentes de Jesus teriam atingido proeminência na Europa e, através de Godfroi de Bouillon, na Palestina também. Conheciam sua própria genealogia e seus ancestrais mas não podiam, ou não queriam, prova-los ao mundo. Se fosse conhecido que essa prova existia, ou talvez existisse, no interior do Templo, todos os esforços teriam sido empreendidos no sentido de encontra-la. Isto poderia explicar o papel dos templários - que sob a proteção do mistério, realizaram escavações sob o Templo, nos chamados Estábulos de Salomão. A partir das evidências que examinamos, restam poucas dúvidas de que os templários foram de fato enviados à Terra Santa com o objetivo expresso de encontrar ou obter alguma coisa, tendo cumprido a missão. Eles parecem Ter encontrado e trazido para a Europa o que deviam procurar.

O que aconteceu com o que encontraram, permanece um mistério. Mas parece que sob os auspícios de Bertrand de Blanchefort, quarto grão-mestre da Ordem do Templo, alguma coisa foi escondida nas vizinhanças de Rennes le Chatêau. Um contingente de mineiros germânicos foi importado, sob um forte esquema de segurança, para escavar e construir um local para oculta-la. Pode-se apenas especular sobre o que foi essa coisa. Pode Ter sido o corpo mumificado de Jesus. Pode Ter sido o equivalente da certidão de casamento de Jesus, e/ou as certidões de nascimentos de seus filhos. Pode Ter sido alguma coisa de importância explosiva. Um ou todos esses itens pode se relacionar ao cálice sagrado, e que podem Ter passado, por acidente ou não, para as mãos dos Cátaros e constituído parte do misterioso tesouro de Montségur.

Por circunstâncias desconhecidas, os merovíngios não conseguiram restabelecer, ao longo dos séculos , sua supremacia. No século XVI a casa Guise quase conseguiu o trono francês, no século XVII, a Fronda quase conseguiu manter Luís XIV fora do trono, suplantado por um representante da casa Lorraine. No final do século XIX, esquemas foram elaborados para um tipo de Santa Aliança, que teria unificado a Europa Católica - Áustria, França, Itália e Espanha - sob os Habsburgo. Estes planos foram desviados pelo comportamento agressivo da Alemanha e da Rússia, que provocou uma mudança constante de alianças entre os principais poderes e, finalmente, precipitou uma guerra que desestabilizou todas as dinastias continentais.

Foi no século XVIII que a linhagem merovíngia chegou mais perto da realização de suas metas. Em virtude de suas ligações, via casamento com os Habsburgo, a casa Lorraine havia conseguido o trono da Áustria, o Sacro Império Romano. Quando Maria Antonieta, filha de François de Lorraine, se tornou rainha da França, o trono da França também ficou à distância de apenas uma geração. Se não houvesse a Revolução Francesa, a casa Habsburgo - Lorraine poderia, pelos idos de 1800, Ter feito seu caminho na direção de estabelecer domínio sobre toda a Europa.

Parece claro que a Revolução Francesa foi um devastador banho de água fria nas esperanças e aspirações merovíngias. Os planos, cuidadosamente elaborados e implementados durante um século e meio (observa que Maria Leopoldina, arquiduquesa da Áustria era sobrinha de Maria Antonieta e Napoleão também foi casado com uma da mesma linhagem), foram subitamente reduzidos a cinzas em um único cataclisma. Referências contidas nos Documentos do Monastério mostram que, durante a turbulência da Revolução, Sinai perdeu muitos de seus preciosos registros e possivelmente outras informações também. Isso pode explicar a mudança de posição de grão-mestre da ordem, em direção a personagens culturais franceses que, como Nodier, tinham acesso a material de outras formas inacessível.

Também pode explicar o papel de Sauniere. Às vésperas da revolução, seu predecessor, Antoine Bigou, havia ocultado, e possivelmente escrito, os pergaminhos codificados, partindo então para a Espanha, onde morreu logo depois. Assim, é possível que Sinai, pelo menos durante algum tempo, não soubesse precisamente onde estavam os pergaminhos. Mesmo que soubesse da sua localização na Igreja de Rennes le Chatêau, não poderiam obtê-los sem a ajuda de um padre simpatizante no local, um homem que agisse seguindo ordens, refreasse perguntas embaraçosas. Mantivesse silêncio e não interferisse nos interesses e atividades da ordem. Se os pergaminhos se referissem a alguma outra coisa - algo escondido nas vizinhanças de Rennes le Chatêau - tal homem seria ainda mais essencial.

Sauniere morreu sem revelar seu segredo, assim como a governanta , Marie Dernanaud. Durante os anos que se seguiram houve muitas escavações nos arredores de Rennes le Chatêau, mas nenhuma delas produziu alguma coisa. Se informações explosivas tivessem sido ocultadas nos arredores, elas teriam sido removidas quando a história de Sauniere começou a atrair a atenção de caçadores de tesouro e a mídia (a cidade passou a ser ponto turístico e Spilberg fez um filme de Indiana Jones sobre o cálice sagrado) à menos que essas informações tivessem sido ocultadas em algum depósito imune a caçadores de tesouros, em uma cripta subterrânea ou sob um lago artificial em propriedade privada. De fato, existe um lago artificial próximo de Rennes , nas proximidades de um local chamado Lavaldieu ( O vale de Deus)

trechos extraídos de Baigent, Leigh e Lincoln

www.wodwig.co.cc/elijah11maquedes/merov.html

Neusa Rocha Teles

postado por Magdalena Piga

Category : HISTÓRIA, FILOSOFIA, TRADIÇÃO, MITOLOGIA Print

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