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 CRIANÇAS ÍNDIGO - Mônica Camacho

11/8/2010

seres índigo

As crianças são atualmente um dos maiores desafios da antiga estrutura familiar.

Elas são hoje um dos maiores desafios dos adultos, colocando diariamente à prova a paciência, os valores e conceitos tradicionais, a capacidade de aceitação de novos padrões, etc..

As crianças ou jovens, chamados Índigo, vêm pôr à prova a capacidade de aceitar a mudança e a actualização dos conceitos estruturais familiares tradicionais, bem como os antigos padrões sociais educacionais. Os Índigos representam novas oportunidades para os adultos.  Colectivamente, os adultos, bem como todas as estruturas, no futuro, são forçados a encontrar soluções de consenso positivo. É urgente aprender novas formas de convivência, aprender a educar sem prepotência, sem agressividade e sem imposição. É urgente respeitar estes jovens, independentemente da sua idade física ou condição social. Há que valorizar o conhecimento espiritual, partilhar ideias e soluções com positivismo, sem julgamento ou preconceito, há que ajudar colectivamente a estabelecer padrões de harmonia individual, nas crianças, nos jovens e nos adultos. 

Tudo isto se resume a uma palavra: AMOR. Vamos aprender colectivamente a capacidade de distribuirmos e sentirmos Amor. Vamos praticar o Amor, em cada instante das nossas vidas. Para isso, precisamos criar novos hábitos, adaptados à nova realidade individual, colectiva e planetária. Mas, se os adultos dispõem da sua individualidade para decidirem sobre como deverão proceder para adquirir este novo aprendizado, são os mesmos adultos os responsáveis por potencializar positivamente as capacidades e actividades dos mais novos. 

É responsabilidade dos adultos permitir as condições adequadas para que os mais novos cresçam na paz e na harmonia interior, que lhes permitam exprimir e praticar todo o novo conhecimento cósmico de que são portadores. Precisamos conhecê-los melhor, promover a sua auto-estima e auto-realização com amor, respeito, carinho, apoio e total aceitação.  Precisamos aprender a comunicar com os mais novos, aceitando que eles trazem já no seu padrão genético um conteúdo de sabedoria espiritual e cósmica, que lhes permite facilmente realizar o propósito e a missão que trazem na presente encarnação, o que é importante base para o futuro da humanidade, na sua condição de seres multidimensionais.

Os adultos oferecem mais resistência à mudança, pois trazem enraizados os medos e as culpas e inseguranças do passado, por isso são ainda poucos aqueles que já se manifestam no referencial da presente temática, considerando o quanto existe para ser realizado. Muitos manifestar-se-ão nos próximos tempos, pois não existe grande alternativa, dada a urgência que pais, educadores e estruturas sociais e familiares sentem em que algo de novo deve ser feito, pois a presente situação está a gerar muita desarmonia, sobretudo no seio da família, e a deixar muitos professores bastante desorientados, relativamente à sua realização e capacidade profissional.


O que é SER ÍNDIGO

Ser Indigo significa reconhecer em si próprio, de forma consciente ou não, a capacidade do Ser, como entidade espiritualizada. Este reconhecimento não advém de qualquer método ou sistema de aprendizado exterior, mas é registado na reconexão genética que o ser transporta desde o seu nascimento, ou mais precisamente, na atual encarnação neste planeta Terra.
Os primeiros Índigos, hoje adultos, começaram a encarnar após a 2ª guerra mundial.

Desde os anos 80, um maior número de Índigos apareceram entre nós, sendo esses, muitos dos jovens que actualmente demonstram uma enorme vontade de se reconhecerem como Seres Espirituais, vivenciando processos internos de despertar espiritual muito ativos, e muitos deles demonstrando enormes potencialidades na área da cura e na sabedoria espiritual.

Quaisquer destes adultos ou jovens, Índigos, ao terem despertado espiritualmente, conseguem rapidamente a sua sintonia espiritual e desenvolvem todos os potenciais de reconexão com a sua Fonte ou Mônada Original. Ainda assim, a capacidade de manifestação do registro genético espiritual destes seres Índigos, está aquém daquele atualmente manifestado e expresso pelas novas Crianças Índigo, que por nascerem num momento em que profundas alterações energéticas ocorreram nos seres humanos e no planeta Terra, já estão definitivamente sintonizados na Nova Energia. Na verdade, esta temática é geralmente expressa com referência apenas às crianças Índigo, mas é importante que se tome conhecimento de que existem milhares de adultos e jovens Índigos. A palavra Índigo está associada à cor predominante na aura destes seres humanos, porque esta cor corresponde ao chacra frontal (no centro da testa). É através deste chacra, ou centro de energia, que acedemos ao nosso registro de memória celular, à consciência interna, ou registro akáshico, sendo portanto aí que se manifesta o reconhecimento da essência individual de origem, ou ser espiritual.

AS CRIANÇAS ÍNDIGO

Os mais pequenos, as crianças Índigo, são aqueles que chegam à Terra, com o novo conhecimento multidimensional activado. Este conhecimento multidimensional ou conexão espiritual, ou elevado nível de consciência, torna-se possível, porque estas crianças trazem já o novo padrão de ADN que os mantém ligados à Fonte Divina, e que anula o karma acumulado de experiências e vidas passadas. Deste modo, estas crianças estão libertas do “peso” energético do carma, que impede muitas vezes que o ser humano consiga libertar-se de medos, traumas, inseguranças ou culpas, que tiveram origem em vidas anteriores. Os Índigo são, deste modo, extremamente desafiadores, uma vez que, estando desligados dos padrões de medos e inseguranças dos adultos que vêm encontrar, eles agem de forma completamente inovadora e desconhecida, deixando pais, educadores e a comunidade social, em geral, profundamente confusa e desorientada. No plano maior do desenvolvimento da humanidade, o desafio proposto pelos Índigos é uma forma de os adultos reconhecerem que a mudança é necessária e que os velhos padrões já não fazem sentido. É necessário encontrar novas formas de relacionamento entre pais e filhos, educadores e educandos, dentro da nova perspectiva de mudança humana e planetária. Na realidade, todos nós estamos a sentir, de forma mais ou menos óbvia, que transformações estão a ocorrer dentro de cada um de nós, o que frequentemente gera mal estar e confusão. E neste processo, o desafio que os Índigos provocam na família, na escola e na sociedade, torna-se muitas vezes difícil de gerir

Em primeiro lugar, é fundamental mostrar e praticar o amor e a compreensão com estas crianças.
É preciso reconhecer que, embora eles sejam portadores de um novo conhecimento multidimensional, eles não sabem ainda como o praticar aqui. Eles necessitam de orientação, de método, de acompanhamento. E isto só poderá ser dado pelos adultos. Quando se sentem apoiados, os Índigos são uma fonte de conhecimento e sabedoria para todos nós, e essa partilha transporta-nos a todos para uma realidade espiritual tão enriquecedora do ponto de vista humano, que ninguém que já tenha experimentado deseja retroceder. Por isso, é fundamental que os adultos aprendam a reconhecer os potenciais deste conhecimento e sabedoria que os filhos transportam. Existem várias classificações dadas aos Índigos, que têm por objectivo contextualizar as características da personalidade e do conhecimento de cada um.

Do meu ponto de vista, e de acordo com a experiência e informações multidimensionais de que disponho, é prudente não nos fixarmos demasiado em rótulos e classificações, pois corremos o risco de perder o discernimento para olharmos para estes seres como na realidade eles são: cada um deles é um ser de abrangente sabedoria, e deverá ser sentido como tal.
Ao nos fixarmos em potenciais “rótulos”, podemos inadvertidamente estar a criar algum tipo de bloqueio energético ou emocional, seja por parte dos pais, ou dos próprios jovens ou crianças, que se sentem discriminados ou não inseridos dentro de um “grupo”. Contudo, a contextualização das características, desde que utilizada de forma adequada, ajuda muito a compreender como cada Índigo poderá ser ajudado, e permite uma maior fluidez entre adultos e jovens ou crianças. As mensagens do Universo (na forma de canalizações), que temos vindo a receber, alertam-nos para o fato de cada ser humano conter em si próprio, uma especificidade única, seja na sua unidade molecular ou biológica, seja na sua unidade espiritual, e portanto, cada ser é único, devendo ser tratado de acordo com as suas características próprias: o velho conceito “eduquei os meus filhos da mesma maneira… e eles são tão diferentes…”, não funciona mais, está absolutamente obsoleto. E é aos adultos que compete compreender isto e aprender a nova educação. Embora o propósito deste artigo não seja o de contextualizar as classificações dos Índigos, eis um resumo de algumas das características atribuídas a cada grupo:

1. O HUMANISTA

O Índigo Humanista manifesta características de extrema sociabilidade. Tem necessidade de compreender o que se passa à sua volta, provavelmente irá desmontar os brinquedos, para perceber como funcionam, e uma vez que tenha percebido, perde o interesse e ocupa-se com outra coisa. Estas crianças geralmente demonstram que têm pontos de vista muito próprios e definidos e adoram comunicar, embora possam ser distraídos, desajeitados e até hiper ativos. No futuro, estarão prontos para exercer profissões que envolvem contactos muito diversificados. Poderão ser políticos, professores, médicos, advogados, etc. Eles estarão ao serviço dos outros, e isso fá-los sentir muito tranquilos, uma vez que a comunicação e a relação humanas são o seu foco principal.

2. O CONCEITUAL

O Índigo Conceitual está mais interessado em projetos do que em pessoas. A sua principal missão está relacionada com a mudança. São crianças muito atléticas e controladoras tentando em primeiro lugar controlar o pai ou a mãe, conforme forem menina ou menino. Este tipo de Índigo tem tendência para a dependência. Torna-se necessário vigiar os seus comportamentos, e caso seja necessário, agir com firmeza, com lealdade e muito respeito, pois freqüentemente estas crianças sentem-se revoltadas, frustradas e inquietas. Estes Índigos serão engenheiros, projetista, astronautas, pilotos e militares de amanhã.

3. O ARTISTA 

O Índigo Artista é muito sensitivo, muito criativo e sente-se naturalmente atraído pela arte. Serão os futuros artistas de amanhã, poetas, escritores, músicos, pintores. São muito sensíveis à beleza, à harmonia e ao meio ambiente. Têm uma consciência muito clara da sua missão de cura na Terra, e frequentemente são impacientes e teimosos, pois têm dificuldade em lidar com as pessoas que não compreendem a ordem e a harmonia, podendo até eles próprios tornar-se desarmoniosos como forma de chamar a atenção, no comportamento ou até na forma de se vestirem.

4. O INTERDIMENSIONAL

O Índigo Interdimensional geralmente é mais alto que os outros. Desde muito cedo poderão responder “sim, já sabia" ou "sim, sou capaz de fazer" ou " não me aborreças". São os portadores de novas filosofias, de novas idéias e de nova espiritualidade. Trazem uma forte ligação com entidades espirituais, das quais falam com o maior tranqüilidade. Tendo uma clara consciência de quem são e da sua importância no desenvolvimento da nova espiritualidade, podem assumir-se como insolentes e arrogantes para com aqueles que não os compreenderem e aceitarem.

Todas estas crianças acreditam e confiam nelas mesmas, e não têm medo. Por isso, a negação, a autoridade e o confronto não funcionam com eles. Eles são conhecedores das soluções, são fortes comunicadores, e por isso, é fundamental estabelecer comunicação, respeito, assertividade e negociação numa relação com Índigos.  Os Índigos devem ser tratados com muito respeito e carinho, e é fundamental ouvir as suas opiniões e necessidades, para que se sintam confiantes e aceites, e desse modo respeitem os adultos. As Crianças Índigo são a ponte para as novas dimensões, o movimento de substituição da razão e do pensamento, para uma realidade de fraternidade, compaixão, tolerância, aceitação, harmonia, paz e amor. Quando nascem eles já trazem registados estes padrões, são os adultos que têm necessidade do aprendizado. Todos nós, sem excepção, somos responsáveis pelo nosso futuro colectivo.

Temos à nossa frente perspectivas inacreditáveis de Luz, Paz, Harmonia e Amor.

Os Índigos chegaram e continuarão a chegar, cada vez em maior número e com maior refinamento na sabedoria que transportam, cada vez com novos e luminosos conhecimentos para nos ajudarem a descobrir um novo planeta Terra, onde finalmente a Paz fluirá.
Deixemos de lado pré-conceitos e medos, vamos arregaçar as mangas, receber de braços abertos os portadores da Nova Paz – os Índigos – e, aprendendo com eles, respeitando-os e amando-os como eles e qualquer um de nós merece, permitamo-nos viver a Nova Energia numa sintonia interior plena de Paz. No fluxo perene do Discernimento, Consciência e Amor

 

por Sonia Maria Milano - sonia@soniamilano.com.br

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Category : ESOTERISMO, CANALIZAÇÕES, UFOLOGIA Print

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