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 FORÇAS DA NATUREZA

29/6/2010

 

 

 

Definição


De acordo com o Centro Nacional de Furacões dos EUA, "furacão" é um nome para um ciclone tropical que ocorre no Oceano Atlântico. "Ciclone tropical" é o termo genérico usado para sistemas de baixa pressão que se desenvolvem nos trópicos.

"Ciclones tropicais com ventos máximos de superfície com menos de 17 metros por segundo (62,7 km/h) são chamados de depressões tropicais. Assim que o ciclone tropical atinge ventos de 17 m/s, ele é chamado de tempestade tropical e recebe um nome (em inglês). Se os ventos chegarem a 33 m/s (119 km/h), então ele é chamado de "furacão".

Fonte: Observatório da NASA

 

 

"Furacão"
De acordo com o Centro Nacional de Furacões dos EUA, a palavra "hurricane" (nome em inglês para furacão, herdado do espanhol "huracán") se origina de "Hurican", o deus caribenho do mal

 

Os furacões são definidos pelas seguintes características:

* eles são tropicais, o que significa que são gerados em áreas tropicais do oceano próximas à linha do Equador;
* são ciclônicos, o que significa que seus ventos fazem um turbilhão ao redor de um olho central. A direção do vento é anti-horária (oeste para leste) no hemisfério norte e horária (de leste para oeste) no hemisfério sul;
* eles constituem sistemas de baixa pressão. O olho de um furacão é sempre uma área de baixa pressão. As menores pressões barométricas já registradas ocorreram no interior de furacões;
* os ventos turbilhonam ao redor do centro da tempestade com uma velocidade de pelo menos 119 km/h.


Como se forma um furacão

Os furacões se formam em regiões tropicais onde há água aquecida (no mínimo 27°C), umidade atmosférica e ventos equatoriais convergentes. A maioria dos furacões do Atlântico se inicia ao longo da costa ocidental da África, começando como tempestades violentas que se movem sobre as águas quentes do oceano tropical. Uma tempestade atinge o status de furacão em três estágios:

* Depressão tropical: turbilhão de nuvens e chuva com ventos de velocidade inferior a
61 km/h.
* Tempestade tropical: velocidade do vento de 55 a 118 km/h.
* Furacão: velocidade do vento acima de 119 km/h.

 

Tamanho, localização e danos
Os furacões variam muito em tamanho físico. Algumas tempestades são muito compactas e têm somente umas poucas raias de nuvens de chuva e vento arrastadas atrás deles. Outras tempestades são mais abertas, assim as raias de vento e chuva se espalham ao longo de centenas ou milhares de quilômetros. O furacão Floyd, que atingiu o leste dos Estados Unidos em setembro de 1999, foi sentido das ilhas caribenhas até o Estado da Nova Inglaterra, nos EUA.

 

furacao 1

 

Foto cedida NASA/GSFC

O furacão Floyd foi uma tempestade de Categoria 3 que trouxe chuvas intensas e um recorde de inundação no leste dos Estados Unidos e Canadá. Quase 90% das fatalidades associadas a essa tempestade foram afogamentos devido à inundação de terras do interior.



Alertas meteorológicos
De acordo com o Canal do Tempo - The Weather Channel Online (em inglês), há quatro alertas meteorológicos para as tempestades tropicais e furacões. Dependendo de onde você se localizar nas proximidades da tempestade, poderá se encontrar sob um destes alertas:

* alerta de tempestade tropical
* aviso de tempestade tropical
* alerta de furacão
* aviso de furacão

Um alerta de tempestade tropical é emitido quando existe a possibilidade de ventos de 63 a 118 km/h em sua área. Um aviso de tempestade tropical indica que essas condições são prováveis em sua área dentro de 24 horas.

Um alerta de furacão é emitido quando as condições de um furacão (ventos acima de 119 km/h) são possíveis em sua área. Um aviso de furacão é emitido quando essas condições são prováveis em sua área dentro de 24 horas.

Danos de furacões
Os danos causados por um furacão resultam de diversos aspectos da tempestade.

* Os furacões trazem com eles enormes quantidades de chuva - um grande furacão pode despejar centenas de milímetros de chuva em apenas um ou dois dias. Essa quantidade de chuva pode criar inundações capazes de devastar totalmente uma grande área ao redor do centro do furacão.


* Ventos sustentados intensos causam danos estruturais - esses ventos também podem capotar automóveis, derrubar árvores e causar erosão nas praias.


Propriedades à beira-mar são particularmente suscetíveis aos danos causados pela ressaca, em que as ondas são muito altas e fortes devido à intensidade dos ventos do furacão

* Os ventos de um furacão freqüentemente geram tornados - os tornados são tempestades ciclônicas menores e mais intensas que causam danos adicionais.

A extensão dos danos depende de alguns fatores:
* a categoria do furacão;
* se a tempestade vem direto contra o litoral ou se apenas toca de leve a linha da costa;
* se o lado direito ou esquerdo do furacão atinge uma determinada área.

O lado direito de um furacão causa maior impacto porque a velocidade do vento e a velocidade de deslocamento se somam nessa região. No lado esquerdo, a velocidade de deslocamento do furacão é subtraída da velocidade do vento.

Essa combinação de ventos, chuva e inundação podem arrasar uma pequena cidade costeira e causar grandes danos em cidades grandes afastadas da costa. Em 1996, o furacão Fran varreu 240 km do interior para atingir Raleigh, na Carolina do Norte. Dezenas de milhares de casas foram danificadas ou destruídas, milhões de árvores caíram, a energia elétrica foi interrompida por semanas em algumas áreas e o dano total foi medido em bilhões de dólares.

Assim que um furacão se forma, ele é classificado na Escala de Furacões de Saffir-Simpson. Há cinco categorias nesse sistema de classificação.

 

Escala de furacões de Saffir-Simpson

Categoria

Velocidade do vento

Efeitos

1

119 a 153 km/h

ressaca de 1,2 a 1,5 m acima do normal

algumas inundações

pouco ou nenhum dano estrutural

2

155 a 177 km/h

ressaca de 1,8 a 2,4 m acima do normal

queda de árvores

danos a telhados (telhas arrancadas)

3

178 a 209 km/h

ressaca de 2,7 a 3,7 m acima do normal

danos estruturais em casas

habitações sem alicerces destruídas

inundação severa

4

210 a 248 km/h

ressaca de 4 a 5,5 m acima do normal

inundação severa no interior

alguns telhados arrancados

grandes danos estruturais

5

acima de 249 km/h

ressaca de pelo menos 5,5 m acima do normal

inundação severa adentrando o interior

sérios danos à maioria das estruturas de madeira

Os furacões das categorias 3, 4 e 5 podem causar muitos danos, desde inundação severa até perda de vidas, propriedades, produção agrícola e rebanhos.


Rastreamento e nomeação


Os furacões no Hemisfério Norte giram no sentido anti-horário (de oeste para leste) e se movem no oceano em sentido horário (de leste para oeste). No Hemisfério Sul, os furacões giram no sentido horário (de leste para oeste) e se movem no sentido anti-horário (de oeste para leste). Estes movimentos, conhecidos como o efeito Coriolis, são causados pela rotação da Terra. Para monitorar e rastrear o desenvolvimento e a movimentação de um furacão, dependemos do sensoriamento remoto por satélites, assim como dos dados colhidos pelos Caçadores de furacões - Hurricane Hunters (em inglês) e pesquisadores da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA).

Os Hurricane Hunters são membros do 53º Esquadrão de Reconhecimento Meteorológico/403ª Brigada Aérea, sediada na Base da Força Aérea Keesler em Biloxi, Mississippi. Eles coletam informações sobre as velocidades dos ventos, chuvas e pressões barométricas dentro da tempestade. Desde 1944, eles têm sido a única organização dentro do Departamento de Defesa dos EUA (que supervisiona os militares americanos) a voar no interior das tempestades tropicais e furacões. Desde 1965, a equipe dos Hurricane Hunters tem usado o Hércules WC-130, um avião turboélice. A única diferença entre este avião e a versão de carga é o equipamento meteorológico especializado e altamente sensível instalado nele. A equipe pode cobrir até cinco missões de tempestade por dia, em qualquer lugar do meio do Atlântico até o Havaí.


A NOAA também utiliza aviões para a pesquisa de furacões. Os dois Órions WP-3D da NOAA são considerados umas das melhores aeronaves de pesquisa do mundo. Como os Hércules C-130 dos Hurricane Hunters, o Órion WP-3D também é um avião turboélice. O Órion WP-3D N42RF e o Órion WP-3D N43RF estão equipados com um conjunto impressionante de instrumentos, radares e sistemas de gravação. Toda essa instrumentação de alta tecnologia é fundamental para o estudo de furacões e a realização de outras pesquisas meteorológicas. De acordo com o site da NOAA, o Órion WP-3D N42RF e o Órion WP-3D N43RF estão na espera ou na ativa para a pesquisa e reconhecimento de furacões 120 dias por ano, voando 300 a 400 horas todos os anos.

Os satélites meteorológicos usam diferentes sensores para coletar diversos tipos de informações sobre os furacões:

* Visíveis: nuvens, padrões de circulação.
* Radar/radar Doppler: chuvas, velocidades dos ventos, quantidades de precipitação.
* Infravermelho: diferenças de temperatura, alturas das nuvens.

Todas estas informações são retransmitidas para o Centro Nacional de Furacões (EUA) (em inglês) em Miami, Flórida, onde são interpretadas e distribuídas para os meios de comunicação nacional e local. O Centro Nacional de Furacões dos EUA prevê o movimento e a intensidade do furacão usando diversos modelos meteorológicos e emite avisos e alertas de furacões para as áreas no caminho da tempestade. Esses sistemas modernos (rastreamento, detecção precoce, avisos) diminuem significativamente as mortes durante um furacão.

Nomes de furacões
Para melhor rastrear os furacões, os meteorologistas decidiram dar nomes a eles. Esses nomes são escolhidos pela Organização
Meteorológica Mundial
(em inglês), de acordo com a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos EUA (NOAA):

"Por várias centenas de anos, os furacões nas Índias Ocidentais eram freqüentemente nomeados conforme o santo do dia no qual o furacão ocorria. Por exemplo, o Furacão San Felipe atingiu Porto Rico em 13 de setembro de 1876. Outra tempestade atingiu Porto Rico no mesmo dia em 1928 e essa tempestade recebeu o nome de Furacão San Felipe Segundo".

Até a Segunda Guerra Mundial, os furacões recebiam somente nomes masculinos. No início dos anos 50, os serviços meteorológicos começaram a nomear as tempestades alfabeticamente apenas com nomes femininos. No final dos anos 70, essa prática foi substituída pela alternância de nomes masculinos e femininos. O primeiro furacão da temporada recebe um nome começando com a letra A, o segundo com a letra B e assim por diante. De acordo com a NOAA, as listas com nomes têm um toque internacional porque os furacões afetam outras nações e são acompanhadas pelos serviços públicos e meteorológicos de muitos países.

O furacões no Oceano Pacífico são designados com um conjunto de nomes diferentes das tempestades do Atlântico. Por exemplo, o primeiro furacão da temporada de furacões de 2001 foi uma tempestade no Oceano Pacífico próxima de Acapulco, chamada Adolf. A primeira tempestade no Atlântico da temporada de 2001 chamou-se Allison. Uma lista de nomes ao longo de 2006 está disponível no Centro Nacional de Furacões (EUA) (em inglês).

De acordo com a NOAA:

"Sempre que um furacão causa um impacto significativo, o país afetado pela tempestade pode solicitar que o nome do furacão seja "aposentado" por acordo com a Organização Meteorológica Mundial (OMM). Na verdade, aposentar um nome significa que ele não poderá ser usado pelo menos por 10 anos para facilitar referências históricas, ações legais, atividades de indenização por seguro, etc, e evitar a confusão do público com outra tempestade de mesmo nome".

Craig Freudenrich, Ph.D., Marshall Brain.  "HowStuffWorks - Como funcionam os furacões". 
(atualizado em 27 de março de 2009)
http://ciencia.hsw.uol.com.br/furacoes2.htm  (28 de junho de 2010)
FONTE:
http://ciencia.hsw.uol.com.br/furacoes.htm

 

 

 ESCALA SAFFIR-SIMPSON
A escala Saffir-Simpson vai de 1 a 5 e mede a intensidade dos ventos dos furacões, classificados por categorias.Foi criada em 1969 pelo

engenheiro civil Herbert Saffir pelo meteorologista Robert Simpson (foto abaixo), na época  do NHC - Centro
Nacional de Furacões, nos EUA.


A escala Saffir-Simpson é usada para dar a estimativa do potencial risco de danos e inundações esperados durante a passagem de um furacão.

A categoria é estimada através da velocidade do vento mantida durante 1 minuto, daí a expressão "ventos sustentados", quando referem-se a furacões.


Categoria 1
Ventos entre 119 e 153 km/h
As ondas provocadas pela tempestade aumentam entre 1.3 e 1.5 metros acima de seu nível normal. Não há riscos reais nas estruturas. Há riscos menores para traillers soltos e queda de pequenas árvores. Alguns outdoor mal construídos podem ser arrancados. Também alguns alagamentos podem ser percebidos próximos à costa, bem como alguns desmoronamentos.

Categoria 2
Ventos entre 154 e 177 km/h
As ondas erguem-se entre 1.8 e 2.45 metros acima de seu nível normal.
Causa danos em telhados, janelas e portas, podendo arrancá-los. Danos consideráveis em árvores e arbustos. Algumas árvores podem ser arrancadas.Sérios danos em traillers, barcos ancorados e outdoors.Duas horas antes da chegada do olho do furacão diversos alagamentos são
verificados.
Pequenos barcos em ancoradouros desprotegidos rompem suas amarras.


Categoria 3
Ventos entre 178 e 209 km/h
Um grande furacão. As ondas alcançam até 3.7 metros. Danos em estruturas de pequenas residências . Árvores de grande porte podem ser arrancadas. Traillers e outdoors são destruidos. Locais de baixadas são alagados 3 horas antes da chegada do centro da tempestade.
Os alagamentos próximos à costa arrasam pequenas propriedades. Pode ser requerida a evacuação da áreas mais baixas.


Categoria 4
Ventos entre 210 e 249 km/h
As ondas alcançam 5.5 metros. Destelhamento completo em pequenas residências. Árvores, arbustos e outdoors são arrancados. Destruição completa de traillers. Grandes danos em portas e janelas. Lugares baixos são inundados em até 3 horas antes da chegada do olho do furacão. Áreas 3 metros acima do nível médio do mar podem ser inundadas, requerendo massiva evacuação das áreas residencias distantes até 10 km da costa.


Categoria 5
Ventos maiores que 249 km/h
Nível máximo da escala. As ondas são acima de 5.5 metros. Destelhamento total da maioria das casas e prédios industriais. Agumas casas são arrastadas com a força do vento. Todas as árvores, arbustos, outdoors e luminosos são arrancados. Grandes danos nas áreas baixas localizadas a menos de 4.5 metros acima do nível médio do mar. Grandes inundações até 500 metros de distância da linha da praia .Evacuação total nas áreas até 16 km da costa.

DIFERENÇA ENTRE FURACÃO, CICLONE, TUFÃO E TEMPESTADE TROPICAL

Os termos "furacão" e "tufão", são nomes regionais dados a um forte ciclone tropical.

Ciclone tropical é um termo genérico, dado a um sistema não-frontal de larga escala, baixa pressão e convecção organizada e que se forma e desenvolve sobre águas tropicais ou sub-tropicais.
As características desse sistema são os temporais e circulação ciclônica dos ventos de superfície.

Ciclones tropicais com ventos sustentados máximos inferiores a 61 km/h são chamados de depressão tropical.

Quando os ventos sustentados de um ciclone tropical atingem 61 km/h são chamados de tempestade tropical.

Se os ventos atingem a marca de 119 km/h passam a ter a seguinte denominação regional:

Furacão
Quando ocorrem no Atlântico Norte e Pacífico nordeste e Pacífico Sul.

Tufão
Sistemas formados sobre o Pacífico noroeste.

Ciclone Tropical Severo
Quando se formam sobre as águas do Pacífico sudoeste e sudeste do oceano Índico.

Tempestade Ciclônica Severa
Para sistemas sobre o a região norte do oceano Índico.

Ciclone Tropical
Na região sudoeste das águas do Índico.


NOMES DOS FURACOES DO ATLÂNTICO NORTE

 

furacao 2

 

Com são dados os nomes
Os nomes dos furacões e das tempestades tropicais são dados sempre que seus ventos atingem 62 km/h e ao contrário do muita gente pensa, seus nomes não são somente femininos.
Um comitê internacional mantém uma lista de 126 nomes, metade masculinos e metade femininos, que são repetidos em um ciclo de 6 anos.

Furacões violentos
Quando um furacão causa danos excessivos seu nome é retirado da lista.
Desde que foi implantada, 67 nomes já foram retirados. O primeiro a deixar a lista foi Hazel em 1954 e o últimos foram Dennis, Katrina, Rita, Wilma e Stan na violenta temporada de 2005.
Somente 3 furacões categoria 5 atingiram a costa dos EUA no século passado: um deles, sem nome, atingiu a Flórida em 1935, Furacão Camille em 1969 e Furacão Andrew em 1992.


FONTE: Apolo11.com
http://www.apolo11.com/tema_furacoes_nomes.php
http://www.apolo11.com/

 

furacao 3

 

Porque a maioria dos furacões tem nome de mulher?

São varias as respostas..
Porque quando vai embora, leva tudo.

por causa do temperamento inconstante das mulheres.

Não é bem assim.....

Inicialmente, eles não tinham nome ou eram identificados pelo santo do dia em que atingiam a terra.
Segundo historiadores, foi um meteorologista australiano que, no começo do século XX, começou a dar aos furacões nomes de pessoas comuns, especialmente daquelas que ele detestava.

A partir de 1953, o serviço de meteorologia adotou formalmente nomes de mulheres para identificar as tormentas. Em 1979 começaram a ser usados também nomes masculinos. Hoje, o comitê da Organização Meteorológica Mundial, com sede em Genebra, é quem decide.

Os nomes não devem ser traduzidos e são escolhidos nos idiomas das regiões afetadas. Assim, as tormentas no oceano Atlântico Norte recebem nomes próprios em inglês, espanhol e francês. Para cada temporada, são feitas listas com 21 nomes, em ordem alfabética, alternando masculinos e femininos.

As letras q, u, x, y e z não são usadas, porque poucos nomes começam com elas. Este ano, o último da lista é Wilma. Se houver mais de 21 tormentas, o que nunca ocorreu, a identificação segue com as letras do alfabeto grego: furacão Alfa, Beta, Gamma e assim por diante. Todo ano, há uma lista predeterminada com nomes comuns (aos países anglo-saxônicos) e curtos, que intercalam um nome de homem e um de mulher na seqüência alfabética (feito desta maneira desde os anos 70). Se no período desse ano, ocorrerem mais fenômenos que os nomes definidos na lista, a Organização Meteorológica Mundial em 2005 teve que apelar (pela primeira vez na história) ao alfabeto grego, ou seja, os próximos fenômenos tiveram os nomes: ALFA, BETA, e assim por diante.
Seis listas são usadas em rotação, a de 2004 será reutilizada em 2010. Os nomes já estão agendados até 2010.


Jose Fier

Publicação:
www.paralerepensar.com.br 

fonte: http://www.paralerepensar.com.br/josefier_furacoesenomesdemulher.htm

Publicado por Andrea Cortiano

Category : CONSCIÊNCIA SOCIAL E AMBIENTAL Print

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