"> SETE HÁBITOS PARA OUVIR O - ASTROLOGIA CÁRMICA | Bloguez.com - Bloguez.com
 

 SETE HÁBITOS PARA OUVIR O CORAÇÃO

16/6/2010



Pierre Teilhard de Chardin escreveu:

Os males de que sofremos tiveram a sua base

na própria criação do pensamento humano


As palavras dele refletem os perigos de um mundo dominado por um cérebro insensível que parece dizer “Eu sou tudo”, enquanto o coração, frequentemente menosprezado, diz: “Sem todos os outros não sou nada”. As sete orientações da cardiocontemplação comentadas abaixo são modos através dos quais poderemos fazer com que a Mente, constituída de cérebro, coração e corpo, nos auxilie a propiciar a significação e o equilíbrio para o trabalho do cérebro. Procedendo assim estaremos mais aptos a seguir a sugestão de Thoreau: Se construístes castelos no ar, não há razão para julgardes perdido o vosso trabalho. Colocai agora o alicerce sob eles”.

Como um sumário do processo de sintonização do código do coração e das memórias que ele transmite, segue-se uma recapitulação de algumas das sugestões feitas neste livro sobre a cardiocontemplação e o contato com o código do coração.


1. Aquiete-se. Para entrar em sintonia com o coração é necessário diminuir o ritmo da vida diária, sentar-se e acalmar-se. Você não precisa assumir qualquer posição corporal específica, mas é necessário ficar suficientemente tranquilo e silencioso para se conscientizar plenamente do momento presente, em vez de se preparar para o momento seguinte ou preocupar-se com um momento passado não aproveitado. Mestre Eckhart, místico cristão do século XIII, disse: “Em toda a criação não há nada que se assemelhe tanto a Deus como o silêncio”. Fique imóvel, pare de pensar, não recorra a nenhuma táctica ou técnica especial. Basta ficar imóvel durante alguns instantes. Uma maneira de conseguir fazer isto é respirar profundamente e suspirar.

2. Não leve as coisas tão a sério. Alguém disse uma vez que a pessoa comum não se julga assim. Não se leve tão a sério. Você está longe de ser tão poderoso ou de estar no controle das coisas como o seu cérebro acha que está ou tem de estar. A maioria dos problemas, realizações e preocupações que experimentamos em determinados momentos é transitória e tem pouquíssima relevância no plano geral da nossa vida. Um coração pode tornar-se abatido tanto espiritualmente quanto em termos das mudanças fisiológicas que normalmente acompanham os encargos de um cérebro inexorável. Não nos esqueçamos da perspicácia do escritor inglês G. K. Chesterton: “Os anjos voam porque dão a si mesmos uma leve importância”.

3. Cale-se. Pare de falar, não fale nem mesmo consigo. É uma resolução muito difícil, pois o cérebro está sempre tagarelando sobre as suas quatro atitudes básicas: alimento (como conseguir mais comida), luta (como proteger o seu território), fuga (como se deslocar para outro lugar) e sexo (como obter prazer físico intenso e imediato). Experimente não dar atenção ao seu cérebro por um certo espaço de tempo e deixe-o falando sózinho. Tente ser um “observador oculto”, usando aquela parte de si que está sempre alerta até mesmo quando o cérebro está em repouso, ela fica de olho nas coisas enquanto você descansa. Agir menos e falar menos é geralmente bom para a saúde mental, espiritual e física. Siga o conselho de Oscar Wilde: “Não falo com Deus para não o entediar”.

4. Produza ressonância. A cardiocontemplação é uma forma de prece receptiva. Não significa pedir algo a um Poder Superior ou conversar com esse Poder, mas prestar atenção à força que existe no interior do coração, pois este tem profunda percepção da união do indivíduo com o Criador. Escreve o médico Larry Dossey: “Na sua forma mais simples, a prece é uma atitude do coração - uma questão de ser, não de agir. A prece é o desejo de nos unirmos ao Absoluto, seja este concebido como for. Quando experimentamos a necessidade de estabelecer essa união, estamos numa prece”.

5. Sinta. Você compartilha a sua energia informativa e memórias celulares com todos os sistemas no universo. Não se desligue do mundo à sua volta para se sintonizar com o seu coração. Em vez disso, fique profundamente atento e sinta com todos os seus sentidos a sua ligação com as árvores, as flores, a água, ou qualquer outro sistema natural que o cerca.

6. Aprenda. A cardiocontemplação significa aprender com o coração e "de cor"ação. Quando dizemos que sabemos alguma coisa “de cor”, geralmente queremos dizer que a aprendemos bem e de maneira duradoura. Enquanto está imóvel, anime-se, guarde silêncio, produza ressonância e sinta, fique atento ao que o seu coração lhe diz sobre a vida, o amor e o trabalho. Tente armazenar as suas lições como memórias celulares a serem utilizadas futuramente, nos momentos estressantes da vida.

7. Ligue-se. Tente transmitir as coisas aprendidas e a energia “V” equilibrada, alcançadas em estado cardiocontemplativo, ao mundo que o rodeia e fique igualmente receptivo à energia “V”* que provém de outros corações. A cardiocontemplação é uma maneira profunda de se tornar uma parte mais completa do mundo e de melhor o ajudar.

A fim de o ajudar a sobreviver, o cérebro talvez pense que não depende de ninguém no mundo, mas o coração sabe que nunca estamos realmente sós.

Para além da atenção que o coração a tudo dá, é provável que você esteja incessantemente mergulhado na energia “V” que emana de seu próprio coração como uma mensagem transmitida por todos os corações à sua volta. As pesquisas mostram que também é provável que outros corações estejam nos enviando energia informativa neste exato momento e que podemos nos tornar mais conscientes desse nível de interdependência de energia “V”.

* Energia V = energia do coração, também chamada a quinta força


Fonte: «A Memória das Células - A Sabedoria e o Poder da Energia do Coração», Paul Pearsall, Ph.D., Ed.Mercuryo/SP

FONTE: http://siriusmagna.blogspot.com/search/label/a%20quinta%20for%C3%A7a
Postado por Zoia Petrow


Category : SAÚDE, ENERGIA, CIÊNCIAS ALTERNATIVAS Print

| Contact author |