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 GOTA A GOTA... cabala

1/6/2010

 

 

O trabalho espiritual não acontece em um dia, em uma semana, em um mês.

 

Um dia caminhavam pela margem de um rio, um sábio e seu discípulo e viram um pequeno riacho atravessando um pedregulho.


O sábio disse:
“Veja isso. Você pensa que esse orifício nesse pedregulho, que permite que o riacho passe, aconteceu em um dia, uma semana, ou até em um mês? Não. Aconteceu gota a gota, ano pós ano, até que eventualmente criou o orifício que permitiu a água passar”.


Lembre-se das três chaves necessárias para perfurar qualquer pedregulho que bloqueia sua realização: paciência, compromisso e desejo.

Enquanto estever disposto a atrair estas qualidades em seu processo diário, você vai poder atravessá-lo: cedo ou tarde.

 

Nós pensamos limitado, ou cabalisticamente falando, “pensamos pequeno”.
Quando dizemos a nós mesmos que devemos “pensar grande” nosso ego diz:
“É, pense grande! Em vez de uma casa peça duas casas, ou uma mansão”, etc. Claro que isso é pensar grande, mas cabalisticamente isso ainda é um pensamento limitado.


Por que é limitado?
Porque nosso desejo, nosso pensamento não é Quântico, não envolve o beneficio de outras pessoas e não envolve nossa transformação espiritual também.


Reflitam sobre o sentido de quanto pensamos “pequeno” sobre nós mesmos.
Achamos que nossos defeitos, que nossos traços negativos de personalidade são mais fortes e maiores do que nosso desejo de mudar! São maiores do que a ajuda da Luz em nos transformar, quando assim quisermos.

 

Depois da pequena lição acima, podemos ver todos os nossos defeitos como verdadeiros tesouros em potencial. Tesouros estes que estão esperando por nós, para que os transformemos, e venhamos a nos beneficiar deles, merecendo toda a Luz que o Criador espera nos dar.


Entenda que só vamos conseguir chegar até a Luz (ganhar a energia de uma vida feliz) quando transformar justamente “aqueles” traços negativos que colocamos de lado com a desculpa de: esses meus traços negativos são muito difíceis, depois eu os transformo, vou transformar esses aqui que são mais fáceis.


Escolhemos “esses” e não “aqueles” traços negativos porque “esses” são mais fáceis, doem bem menos.
E para exemplificar quais seriam “esses” traços negativos que continuamente vamos nos esquivando de transformar, cito o primeiro tikun de todos nós: a família!


Quantos de nós procuramos resolver traços negativos que temos justamente ou exclusivamente com algum parente nosso, tipo, pai, mãe, irmão, tio, tia, primos, etc.?

-Preferimos tratar com dignidade humana um estranho na rua, do que o nosso pai que nos rejeitou por 18 anos.
-Escolhemos perdoar um amigo querido que nos roubou do que um irmão que há cinco anos atrás brigou conosco, e por isso não falamos com ele até então.


O professor Marcelo em uma de nossas conversas/aulas me disse:
“Do que adianta conseguir ensinar Cabala para cem, mil alunos, se não consigo ser pró-ativo, se não consigo fazer Restrição com meus familiares?
Quanto sou espiritual se nem consigo me controlar diante de minha família?”

 


Pois é, temos nossos maiores testes bem debaixo do nosso teto (família).
A maior Luz está mais perto do que podemos perceber com nossos cinco sentidos limitados.

 

Por: Yehuda Berg e Shimon Ferreira

Category : HISTÓRIA, FILOSOFIA, TRADIÇÃO, MITOLOGIA Print

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